23 de mai. de 2011

Educação, pauta principal desde os jornais às redes sociais

Nas últimas semanas, o tema educação tem se destacado em todas as redes de informações do Brasil, desde a mídia escrita, TV e nas redes sociais. O vazamento do kit anti-homofobia, o desabafo da  professora Amanda Gurgel em uma audiência pública no Rio Grande do Norte e as declarações do secretário do MEC sobre o conteúdo do material “Kit gay” provocaram reação de pais, professores, políticos, entidades religiosas, dos cidadãos brasileiros, o que refletiu na mídia. A Agência Hipertexto não ficará fora desse debate, em breve, teremos matérias sobre o assunto. Por enquanto, fiquem com os vídeos dos acontecimentos que levantaram tanta polêmica:

Vídeos do Kit anti-homofobia








Vídeo da professora Amanda Gurgel




Vídeo das declarações do secretário do Mec


22 de mai. de 2011

Medicina alternativa ganha destaque na mídia e se torna tópico de discussões

Enquanto ganha espaço em veículos de comunicação de alcance nacional, essa prática vem, também, gerando dúvidas e debates

Por Ingrid Taveira, Larissa Leonardi e Tatianne Francisquetti

Há remédios homeopáticos para dormir, emagrecer,  depressão entre outros
(Imagem Freestock)

Tema de reportagens em diversos programas, como o SBT Repórter transmitido no último dia 11, a medicina alternativa torna-se alvo de polêmicas ao possibilitar o confronto entre seus usuários e entre os que não acreditam em sua eficácia.

Além de programas televisivos e reportagens da mídia escrita, diversos outros meios são utilizados com a finalidade de defender um dos dois pontos de vista. Em fevereiro deste ano, por exemplo, ocorreu o evento 10²³: Homeopatia é Feita de Nada. Com o intuito de comprovar a ineficiência da homeopatia, consiste na ingestão de overdoses de remédios homeopáticos, feita por diversas pessoas em diferentes lugares do mundo, ao mesmo tempo.  A União Europeia pretende colocar em votação um projeto de lei para realizar a proibição do comércio de remédios naturais, como os já citados homeopáticos.

As divergências de opiniões se estendem desde a comprovação de sua utilidade, até a escolha da nomenclatura “alternativa”. Enquanto o nome remete ao conceito de algo que pode ser utilizado no lugar de outra coisa, outras denominações surgem. Filomena De Luca, especialista em variadas ramificações da medicina alternativa, como a acupuntura e a cromoterapia, prefere utilizar a denominação medicina vibracional. De acordo com ela, o nome seria mais próximo do conceito teórico, já que ela trabalha com diversos níveis de energia, não somente do campo físico. “É uma energia equilibrada no todo, que faz o indivíduo atuar bem em todas as áreas, que não só com qualidade física, mas qualidade mental, espiritual, emocional, energética”, afirma.

Filomena de Luca, especialista em medicina
vibracional
(Arquivo pessoal)
Para Filomena, o nome medicina complementar também é mais adequado, pois essa prática medicinal deve ser usada em conjunto com a medicina tradicional. “Uma não existe sem a outra. Quando você cura um indivíduo só a nível físico, ele volta a ter a doença, porque a gente não mexe na causa verdadeira. A gente está tratando dos sintomas, que aparecem no corpo físico. A causa, normalmente, é de origem espiritual, emocional”, comenta a especialista, explicando que a medicina complementar é responsável por essa cura emocional e por evitar o retorno da doença.

Juliana Tavares da Silva, assistente de cadastro, procurou a medicina alternativa para resolver problemas na coluna, mas não obteve resultados a longo prazo. Em sua opinião, a eficiência do tratamento depende, na verdade, do organismo de seu usuário. “Não sei se é psicológico, mas tem gente que usa, se acha melhor, por algo ter mudado, e acredita. Eu não acredito”, conclui.

Já Giovanna Boghi, também assistente de cadastro, recomenda. Usuária de homeopatia há cerca de quinze anos, ela procurou o tratamento para resolver problemas alérgicos e da garganta. Para ela, a medicina alternativa fortifica o organismo para que seu usuário não volte a apresentar a mesma doença. “Acredito que, por ser natural, tem uma fórmula diferente que talvez trabalhe mais com o lado de reforçar o organismo, para que você não fique doente. Acredito que a composição da homeopatia realmente faça efeito no organismo”, ela diz, enfatizando que o efeito no é real, e não apenas psicológico.

“Eu acho que é fé”, diz Priscila Dermenjian, publicitária, que fez uso de remédios homeopáticos durante dois meses, mas também não obteve resultados. Ela ainda opina sobre os motivos que levam um paciente a buscar esse tratamento: “As pessoas sempre buscam uma alternativa para não entrar na faca, fazer um corte, usar uma droga mais pesada. Elas ouvem sobre um remédio homeopático que não faz mal, que não é pesado, então vão atrás”. Apesar de não ter ficado satisfeita com sua própria experiência, Priscila afirma considerar o uso válido para quem acredita em seus efeitos e discorda de medidas extremas que visam a desacreditá-la.

Quanto às desvantagens e perigos do tratamento, Filomena salienta o risco de procurar pessoas despreparadas e tratamentos enganosos. Ela frisa a necessidade de verificar os registros do profissional junto a um órgão competente, como o conselho regional, certificar-se de que ele possui qualificação e dar preferência a indicações de pessoas conhecidas, ao invés de priorizar propagandas.

Alunos de Comunicação apresentam o Comunic’art 2011

Tendo como base o livro de George Orwell, universitários são avaliados no festival

Por: Bruno Dionísio, Elizabeth Costa e Fernanda Ricardo

Os alunos dos primeiros semestres de Comunicação Social da Universidade Cruzeiro do Sul apresentaram nos dias 5 e 6 de maio, no Auditório FHC (campus Anália Franco), o II Festival Comunic’art, um encontro entre a comunicação e a arte, com a temática “sociedade vigiada”.

Auditório FHC: Alunos se preparam para início das apresentações
Por Elizabeth Costa

“Quando o aluno entra no curso de Comunicação, ele era receptor e agora ele se torna o emissor, então é muito importante que ele desmistifique esse universo”, comenta a professora mestre Lara Maria. Os alunos se organizaram e têm liberdade para apresentar as propostas à sua maneira. Fabiana Aparecida, mãe de uma aluna do curso, diz: “Serviu de alerta, e acredito que somos vigiados sempre.”

Os pontos enfatizados pelos grupos foram os diversos meios de controle que existem atualmente, que, ao mesmo tempo em que nos protegem, fazem com que percamos a privacidade. “A proposta é gerar uma reflexão, pois nós, profissionais de Comunicação, vamos ter uma série de ferramentas para utilizar, e temos que ter consciência de que isso deve ser usado de uma forma correta”, afirma o professor Ricardo Rocca, um dos membros da banca avaliadora.

Banca sexta-feira 06/05: da esquerda para direita, Mariah Bressani,
Vagner Tranche, Cássia Regina e Lara Maria
Por Bruno Dionísio
“Como critérios de avaliação está a criatividade, o modo de se expressar”, revela o professor mestre  Vagner Tranche, que também é avaliador no festival. A coordenadora do evento, professora mestre Lara Maria, está satisfeita com os resultados atingidos neste ano, mas afirma que gostaria que os alunos tivessem ousado mais. “O envolvimento de todos foi maravilhoso, mas quanto à temática eu quero que ousem mais, porque a comunicação tem uma chamada muito boa com o artístico”.

O professor Cláudio Kinjo ressalta: “Os alunos tinham que falar sobre a sociedade vigiada usando da arte, só que a sociedade que estamos hoje é diferente da época do totalitarismo de George Orwell.  Agora, a sociedade vigiada está mais no espaço, como: bulimia, nota fiscal paulista e as câmeras de vigilância”.

Esta semana ocorreu o EnCom, mais um evento promovido pelos cursos de Comunicação e que também contará com a cobertura da Agência Hipertexto. Aguardem!






21 de mai. de 2011

Semana Cultural da Cruzeiro do Sul promove integração dos alunos




Entre os dias 23 e 27 de maio, acontecerá nos quatro campi da Universidade Cruzeiro do Sul a “Semana Cultural”, com programações de música, dança, exposições e muitas outras atrações. Com o objetivo de promover a cultura, entretenimento e interação aos alunos, a iniciativa é da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários. Acompanhe a programação completa pelo site:http://www.cruzeirodosul.edu.br/content/noticia


Fonte: cruzeirodosul.edu.br

Minissérie do Batman mostra história ligada ao premiado game do Homem-Morcego

Minissérie em quatro episódios baseada no game premiado é lançada nos EUA para conectar os dois jogos durante o intervalo de tempo entre seus lançamentos. Escrita por Paul Dini, o roteirista dos desenhos animados do Homem-Morcego mostra uma história que se passa seis meses depois do fim de Batman: Asilo Arkham. O Coringa está morrendo devido ao efeito colateral do veneno (estimulante usado por Bane para estimular força sobre humana) que ele consumiu; o diretor da prisão, Quincy Sharp, tornou-se o prefeito de Gotham City, tendo seus atos controlados por Hugo Strange, psiquiatra obcecado por Batman que resolve destruí-lo. Em decorrência dos planos de Strange para controlar Gotham, a cidade é cercada por uma muralha para servir como uma nova prisão de segurança máxima. Ele cria Arkham City. O próximo jogo do Cavaleiro das Trevas se inicia a partir desses acontecimentos. O jogo Batman: Arkham City será lançado em 18 de outubro para PCs, PlayStation 3 e Xbox 360.

Fontes: Omelete e TFAW

20 de mai. de 2011

Livro sobre pedofilia causa polêmica nos EUA

Obra escrita por jovem americana é considerada pornografia infantil

Por Felipe Accacio

Ao escrever o livro “Tiger, Tiger”, a americana Margaux Fragoso causou uma polêmica entre os críticos literários. Hoje com 31 anos, a autora relata o caso que teve com Peter Curran, de 51 anos, na época em que tinha apenas sete.

Livro sobre pedofilia vira polêmica
(Divulgação)

Os dois se conheceram em um parque público em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e Curran começou a conquistar a menina com brinquedos e livros, até que começaram os atos sexuais.

No polêmico livro, Maugaux define Curran como “um companheiro de brincadeiras, um pai, um amante e um captor.” O que mais causou impressão nos críticos americanos foi a frieza com que Margaux relatou os fatos, alguns até chegam a definir o livro como pornografia infantil.

A estudante de letras e escritora Aline Veingartner discorda de alguns críticos sobre a linguagem usada no livro. “Adolescentes e adultos já estão preparados para receber qualquer tipo de linguagem, sobre qualquer tipo de polêmica. Não vemos, diariamente, coisa muito pior na televisão?”, questionou Aline.

Em defesa às criticas, a americana diz que escrever o livro foi uma forma de se curar e diz que hoje esse pesadelo acabou. Segundo a psicóloga Clarissa Trapella, a terapia de escrever um livro pode ajudar, no entanto, é preciso que o paciente use aquilo como válvula de escape e não como uma forma de ganhar fama e dinheiro.

Há quem discuta a pedofilia como uma doença, porém outros profissionais dizem ser apenas um distúrbio psicológico. Clarissa mostra seu ponto de vista, e diz que a pedofilia é um transtorno psicológico agravado com diversos fatores. “A questão biopsicossocial é muito relevante, ou seja, por mais que um indivíduo seja predisposto, é preciso que o meio também interfira para tal coisa”, comenta a psicóloga.

Curran cometeu suicídio em 2001, quando saltou de um penhasco. Antes de se matar, o carpinteiro deixou várias fotos, na maioria delas ele e Margaux usavam roupas íntimas, além de várias cartas em que declarava seu amor pela jovem. O que mais chamou a atenção foi um trecho da última carta deixada, em que Curran sugere à Margaux que ela escreva sobre o relacionamento que eles tiveram.

A editora do livro proibiu que Margaux respondesse a perguntas sobre as críticas feitas ao livro e sobre as polêmicas surgidas na imprensa americana, mas, em nota, declarou que irá continuar vendendo o livro.

19 de mai. de 2011

Cursos on-line sobre mídias sociais são oferecidos aos universitários

A Universidade Cruzeiro do Sul está oferecendo dois cursos on-line sobre redes sociais. Um deles é gratuito e o outro é pago. São eles, respectivamente: Comunicação no mundo 2.0 – turmas de junho, e Decifrando as mídias sociais: rentabilidade e visibilidade – turmas de agosto. Os cursos vão trabalhar com a temática dentro das empresas e como seus funcionários devem proceder no mundo 2.0. As inscrições são feitas no site: http://www.interativoweb.net.br/cursoredesocial/

Fonte: www.unicsulvirtual.com.br

18 de mai. de 2011

Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, ganha uma nova praça

Região conhecida por suas ruas acabarem ou começarem em praças ganha uma nova praça. É a essa transformação que os moradores próximos ao terreno que fica na Rua Barra do Camarajibe, na Vila Formosa, estão assistindo. A área era um ponto de despejo irregular de entulho e lixo. Para combater essa prática, a Subprefeitura, após a limpeza do local, está preparando o terreno para transformá-lo num local de lazer e caminhadas, que terá dois conjuntos de mesas e cadeiras, áreas gramadas e passeios internos.

16 de mai. de 2011

Prefeitura beneficia escolas com o programa de melhoria e manutenção

A Prefeitura está intensificando as obras de melhoria das escolas. Mais de 400 unidades estão passando por reforma ou manutenção em toda a cidade. Na zona leste, uma das beneficiadas foi o Centro de Educação Infantil (CEI) Vereador Gabriel Nogueira Quadros, no distrito de Aricanduva.  A escola ganhou cobertura de alvenaria na entrada para proteger as crianças nos dias de chuva, novos pisos e azulejos e pintura geral. É mais conforto e segurança para os 134 alunos matriculados em período integral.

Fonte: www.prefeitura.sp.gov.br

9ª Edição do Encom começa na próxima semana





A 9ª edição do Encontro de Comunicação (Encom) da Universidade Cruzeiro do Sul começa na próxima semana, de 16 a 20 de maio, e acontecerá nos campi Anália Franco e São Miguel, nos períodos matutino e noturno.

Na segunda-feira (16), primeiro dia do evento, o palco do auditório FHC do campus Anália Franco dará boas vindas para o Projeto Sentidos, elaborado pelos alunos de Publicidade e Propaganda.

“O Projeto Sentidos exige dos alunos a leitura de uma das obras literárias sugeridas pelos professores de Publicidade e Propaganda. A partir disso, criamos uma apresentação de palco e desenvolvemos o trabalho de divulgação, como a criação de banners e cenários, além de um roteiro da apresentação”, explica o aluno do 3º semestre André Zanon. Os outros dias do evento estarão preenchidos com palestras de profissionais da área de Comunicação Social.

No segundo dia do ENCOM (terça, 17), a equipe da AGÊNCIA HIPERTEXTO fará o lançamento da agência de informação, além de cobrir todo o evento e trazer as informações para vocês, leitores.


Fonte: Universidade Cruzeiro do Sul

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | cna certification