27 de mai. de 2011

9º ENCOM - Cobertura Completa





Confira a cobertura completa da 9ª edição do Encontro de Comunicação (ENCOM) da Universidade Cruzeiro do Sul - 2011


Por João Pontaltti

A 9ª edição do Encontro de Comunicação (ENCOM) da Universidade Cruzeiro do Sul aconteceu durante a semana de 16 a 20 de maio nos campi Anália Franco e São Miguel Paulista.

Este ano, o tema do evento foi "Comunicação integrada e novas tecnologias" que foi abordado por palestrantes/profissionais de toda a área de comunicação social, que garantiram o sucesso do Evento.

A equipe de reportagem da AGÊNCIA HIPERTEXTO ficou responsável pela cobertura de todo o evento, que dividida em grupos, realizou matérias, vídeos, podcasts e diversos trabalhos jornalísticos que serão postados nesta página especial sobre o ENCOM.

Agradecemos a coordenação e aos funcionários da Universidade Cruzeiro do Sul que, além de nos dar o espaço e todo auxílio que necessitamos, confiaram no trabalho da AGÊNCIA HIPERTEXTO no decorrer da cobertura do Encontro de Comunicação.

Sem mais demora, vejam os trabalhos realizados pelos futuros jornalistas do 4º e 5º semestres F de 2011 e não deixem de comentar! Abraços!





22/05/2011
Projeto Sentidos é o primeiro de uma série de eventos do EnCom

O primeiro dia do Encontro de Comunicação foi marcado por espetáculos de dança a apresentações teatrais

Por Juliana Veloso

A primeira noite da 9ª edição do Encontro de Comunicação (Encom) surpreendeu e encantou alunos, professores e expectadores na Universidade Cruzeiro do Sul. O Projeto Sentidos, apresentado no campus Anália Franco no último dia 16, marcou a abertura do evento, com a apresentação de seis grupos do 2º ano do curso de Publicidade e Propaganda. Os alunos levaram ao palco do auditório FHC adaptações de contos nacionais e internacionais.

O primeiro grupo da noite inovou ao apresentar balé contemporâneo, numa adaptação do conto “Circuito Fechado”, de Ricardo Ramos. A agência Atalanta Publicidade e Propaganda mostrou em apenas dez minutos a complexidade transcrita pelo autor, e que possuiu apenas dois parágrafos de substantivos relacionados a hábitos rotineiros.


Apresentação "Circuito Fechado", Agência Atalanta
Por Adriana Nascimento

“Quando vimos o conto, ficamos confusos de como iríamos adaptá-lo. A professora Kátia nos auxiliou e nos disse para jogar as ideias até acharmos algo que alcançasse o maior objetivo, que era o de conseguir passar a mensagem. Foi um grande desafio”, diz Leandro Bottura, membro do grupo Atalanta.

Com uma apresentação teatral, o grupo Dialog Comunicação trouxe ao palco a adaptação do conto “Os Obedientes”, de Clarice Lispector. A peça mostrou a vida de um casal e como a rotina consegue destruir relações e afastar as pessoas. “A princípio o conto gerou várias interpretações entre os integrantes do grupo, mas no momento de fazer o roteiro nós conseguimos enxergar na mesma direção e até refletir sobre o tema”, declara Bruna Paliologo, que ajudou na criação do cartaz com o intuito de atrair público para a peça.


Apresentação "Os Obedientes", Dialog Comunicação
Por Juliana Veloso

O monólogo da noite ficou com os integrantes do Flash Comunicação, que adaptou o conto “Enterro Prematuro”, de Edgar Allan Poe, por meio de uma peça teatral que conta os momentos de agonia de um homem que, por equívoco, é enterrado vivo. “Gostamos muito do conto, ele só deixou a desejar no final. Fizemos uma adaptação para melhorar, mas vamos tentar passar a mesma sensação de agonia e medo de quando se lê”, diz André Zanon, idealizador da parte de criação e arte da apresentação.


Apresentação "Enterro Prematuro", Flash Comunicação
Por Juliana Veloso

A professora responsável pelo Projeto Sentidos e supervisora do curso de Publicidade e Propaganda, Kátia Pellici, fez questão de não assistir a nenhum ensaio para que tudo fosse uma surpresa não somente para o publico. ”O Projeto Sentidos foi criado com o intuito de um exercício, mas também trabalhar com a sensação. O que a gente vê e o que a gente ouve, a gente guarda, mas o que sentimos não esquecemos nunca mais”.

Uma das maiores preocupações da professora era com relação à forma de apresentação. “O teatro era uma das possibilidades a serem exploradas, teria que ser uma performance que poderia variar de sons a espetáculos de dança, vídeos e musicais. O mais importante é que o público consiga receber a mensagem transmitida”.

O grupo Sete Publicidade e Propaganda surpreendeu com um ar cômico em sua apresentação. A peça “Pero não Vaz”, adaptação de “O conto da ilha desconhecida”, de José Saramago, foi aplaudida de pé e fez refletir sobre os problemas sociais dos dias hoje. “Foi um processo demorado até todos concordarem com a apresentação teatral, mas concluímos que poderia dar certo. Quisemos juntar humor com informação e pelo visto agradou”, diz Olimpio Alves, que se reapresentará como o Sete em mais um dia de projeto. “Ver que todos realmente gostaram do seu trabalho é impagável!”, festeja Diego Betioli ator principal da peça.


Apresentação "Pero não Vaz", Sete Publicidade e Propaganda
Por Adriana Nascimento

Baseado no conto “Mas será a Benedita”, de Machado de Assis, o grupo Hara Comunicação encenou impasses na vida de uma adolescente. O Optima Publicidade adaptou o conto “Quem Realmente é você”, também de Assis, com uma apresentação teatral que levou ao palco questões importantes sobre o ego e superego, e também o egocentrismo encontrado cada vez mais na personalidade das pessoas.

O Projeto Sentidos terá outras três edições, uma no dia 19, no auditório do Bloco D em São Miguel, e as outras duas nos dias 23 e 24, no palco do auditório FHC, no campus Anália Franco aonde o projeto também se encerara.


22/05/2011
Abertura Oficial do EnCom reúne profissionais de Comunicação

Mesa-redonda contou com quatro renomados comunicólogos que discutiram as características do mercado contemporâneo

Por Bruno Dionísio, Elizabeth Costa e Fernanda Ricardo

No dia 17 de maio (terça-feira), houve a abertura oficial do EnCom (Encontro de Comunicação) no auditório FHC do campus Anália Franco da Universidade Cruzeiro do Sul.

Na ocasião, quatro profissionais, representando as áreas de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio, TV e Internet e Relações Públicas, debaterem o tema desta 9ª edição do evento: “Comunicação integrada e novas tecnologias: entre a tradição e a inovação”.

Sérgio Gwercman, diretor de redação da revista Superinteressante, representando os jornalistas, afirmou que devemos sempre estar conectados com o mundo e o que é tendência. “Não queria trocar meu celular velho, pois achava besteira, porém, depois percebi o quanto isso poderia me auxiliar no dia-a-dia”.

Sócio e diretor de atendimento da CTO, Sérgio Gouvea mostrou um pouco da realidade da Publicidade quando o assunto são novas tecnologias e mídias sociais. “Percebemos que, no bolo publicitário, somente 4% dos clientes optam por utilizar a internet, enquanto que as mídias convencionais ainda dominam”, afirma Gouveia.

Flávio de Borba Schmidt, Presidente do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas (CONFERP), cita que hoje os profissionais de RP estão se adaptando às novas tendências. “Com o advento das mídias sociais, relações públicas passam a utilizar estas ferramentas para atuar no relacionamento com o público”. Schmidt diz que, em alguns casos, até se deixam de lado algumas técnicas antigas, porém, importantes para a atuação profissional. “O correto seria tudo se integrar, tradição e inovação”.

Átalo Garcia, graduado em Rádio e TV, atualmente trabalha na Rede Bandeirantes. Ele afirma que hoje estamos mais perto do nosso público e com mais interatividade do que no passado. “Antigamente, os profissionais tinham o seu be-a-bá, porém hoje tudo acontece muito rápido. Se há um erro em sua criação, em menos de cinco minutos ela já está no youtube e em meia hora está com um milhão de acessos”, conclui.

No mesmo dia, no hall do auditório, houve o lançamento do livro “Para que serve a TV legislativa no Brasil e no Mundo”, de autoria do professor mestre Carlos Barros Monteiro, coordenador dos cursos envolvidos no EnCom. De acordo com o autor, esse é um tema que ele vem pesquisando desde 1997, em diversos Estados do país.


22/05/2011
Pela manhã, o EnCom contou com a presença de profissionais do mercado e professores da Cruzeiro do Sul

As palestras do período matutino instruíram, informaram e integraram alunos de Comunicação

Por Vasco Guimarães, com reportagem de Danilo Cardoso

Nos dias 18, 19 e 20 de maio, a partir das 9 horas, no campus Anália Franco, foram realizadas seis palestras no período da manhã, com a participação de jornalistas e publicitários renomados, além dos professores dos cursos de Comunicação Social.

Wagner Tranche, professor do curso de Publicidade e Propaganda, lembrou que o EnCom surgiu em 2001 por iniciativa de professores e alunos, com o intuito de valorizar a área de atuação do comunicólogo. Segundo Tranche, houve uma reestruturação no projeto inicial, tornando-o mais enxuto, pois houve diminuição do público de alunos que assistiam às palestras. A palestra ministrada por ele foi sobre criatividade e inovação na comunicação contemporânea e como aplicar estes conceitos, de forma inovadora, nos processos de linguagens midiáticas.

A professora doutora Ângela Fernandes, supervisora do curso de Relações Públicas, comentou que esta edição buscou uma programação com o objetivo de oferecer ao futuro profissional a oportunidade de discussão, reflexão e atuação contextualizada em seu segmento de atuação, porém, com olhos para a importância da formação mais abrangente, considerando que, em tempos de redes sociais, a comunicação ganha novos contornos.

Adriano Rodrigues, professor do curso de Publicidade e Propaganda, afirmou estar satisfeito com o EnCom. Ao lado do especialista Ricardi Di Santo, apresentou uma palestra a respeito dos softwares Photoshop e o Adobe® InDesign® CS5.5 e suas utilizações na área da Comunicação.

No último dia do evento, a professora Lara Maria apresentou o tema “Coach em Comunicação, parceiros no pessoal e profissional”. Segundo ela, seria positivo que houvesse a participação de alunos de outras instituições nas próximas edições do evento. ”Como docente, quero interação com outras universidades. Como coordenadora, creio que ainda falta este quesito para que o evento realmente cresça”, comenta Lara.

Participaram ainda desta edição o publicitário Antônio Gelfusa Jr. e o diretor de conteúdo do portal R.A.J., Fernando Aires, que discursou sobre a importância de eventos como o EnCom para a valorização dos profissionais de comunicação e se mostrou  grato por ser convidado a palestrar sobre jornalismo na arte e cultura.


22/05/2011
Sakusen e Provoc´ação levam o Prêmio Top Master Comunic’art

A disputa resultou em empate e os dois grupos comemoraram e levaram o prêmio para casa

Por Carolina Ribeiro, José Roberto Pessoto e Roberta Galvão

No último dia 20 aconteceu a premiação da segunda edição do Festival Comunic´art, realizado pelos alunos do primeiro semestre de Comunicação Social da Universidade Cruzeiro do Sul. O evento contou com apresentações teatrais e animação do público.

“Muito bom o Comunic´art. É uma pena que só tem para os alunos do primeiro ano”, comentou Jordan Henrique Melo, participante do grupo Provoc´ação e aluno do campus São Miguel.

Sociedade vigiada foi o tema do evento. De acordo com a professora mestre Lara Maria, os alunos tiveram como leitura obrigatória os livros “1984”, de George Orwel e “A Sociedade do Espetáculo”, de Guy Debord.

 “Além das leituras obrigatórias, estimulamos a ida ao teatro. Eles chegam com um tema denso que é ‘sociedade vigiada’ e transformam isso em algo artístico”, explica Lara.

De acordo com os professores que fizeram parte da premiação, o evento é importante para os alunos, que se envolvem e se divertem, fazendo um trabalho para apresentar a todos, e a universidade ganha ao garantir a satisfação de seu alunado.

“O festival Comunic’art é importante para o desenvolvimento do repertório dos alunos, é uma apresentação cultural baseada em leituras, em informação e pesquisa. Isso é um estímulo para que o aluno tenha outra percepção de mundo, uma percepção intelectual, que busque conhecimento. 

O festival foge daquela característica de trabalhos chatos, feitos e apresentados simplesmente para a sala de aula e para os professores. Aqui o aluno tem condição de se desenvolver, desenvolver uma atividade cultural, apresentar para um grande público e mostrar seu potencial e sua melhor qualidade”, diz Vagner Tranches, professor do curso de Publicidade e Propaganda, sobre a importância do evento.


23/05/2011
EnCom reúne alunos de Jornalismo para palestra com Ricardo Café

Estudantes recebem dicas do telejornalista e aprendem mais sobre carreira, produção em TV e a importância da tecnologia para a mídia

Por Tatianne Francisquetti


Café responde perguntas de estudantes durante palestra
Por Sam Henzel

Direcionada especialmente ao curso de jornalismo, mas trazendo assuntos que envolvem todos os cursos da área de Comunicação, foi realizada no dia 18 de maio uma palestra com Ricardo Café, âncora do telejornal Mogi News. O evento aconteceu durante o 9º Encontro de Comunicação, no campus Anália Franco da Universidade Cruzeiro do Sul.

Café, que trabalha atualmente com o telejornalismo regional, falou a respeito da segmentação, de suas características e das principais vantagens de escolhê-la. De acordo com ele, o jornalismo regional possibilita uma atuação mais direcionada e permite que o profissional faça diferença na vida do público. “E ser jornalista é ajudar as pessoas”, complementa.

O tema escolhido para o EnCom deste ano, “Comunicação integrada e novas tecnologias”, também foi abordado. O palestrante salientou os pontos positivos do desenvolvimento da tecnologia, como a interatividade e o imediatismo, mas ressaltou que eles também trazem uma carga maior de responsabilidades e cuidados. 

A interatividade facilita o contato com entrevistados, público e com o veículo de comunicação, e as transmissões são feitas mais rapidamente, com mais eficácia e com um alcance maior. Isso gera o imediatismo, e uma grande necessidade de se produzir informações de forma mais rápida e mais exata. Para Café, esse é o principal problema gerado por esse avanço tecnológico: muitas vezes, a necessidade de rapidez ocasiona um descuido quanto à confirmação de informações e gera erros.

Para evitar isso, ele aconselha que os profissionais chequem sempre informações e tenham ética na hora de transmiti-las. “O único medo que podemos ter é a superficialidade com que uma pessoa que está acostumada com essa velocidade da informação possa tratar uma notícia. Tem que ser veloz? Tem. Mas tem que ser preciso”, ele salienta.

A palestra foi encerrada com uma pequena coletiva, feita pelos alunos que a prestigiaram. As perguntas, que envolviam produção jornalística e carreira, abriram espaço para que Café desse, até mesmo, conselhos para ingressar no mercado de trabalho. De acordo com ele, o melhor método é ir pessoalmente ao veículo de comunicação e procurar o responsável pela contratação. “O jornalista tem que ter jogo de cintura. Para o repórter conseguir informações na rua, se não tiver cara de pau, se não tiver a manha, não vai conseguir nada. Então, o primeiro lugar que você tem que dar a cara é a empresa em que você quer trabalhar”, explica.


Telejornalista Ricardo Café é convidado do EnCom
Por Sam Henzel

Para Bruno Dionísio da Silva, estudante de Jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul, a palestra foi muito significativa. “Para mim, essa mensagem que ele deixou, de nos dedicarmos, mostra que nós somos capazes de conseguir, de ser um jornalista, de não desistir”, resume. De acordo com ele, a palestra abordou temas muito relevantes, como a queda do diploma e o posicionamento profissional de cada emissora.

Regina Tavares, professora do curso de Jornalismo, acredita que palestras como a realizada com Café são importantes, pois aproximam o universo profissional do acadêmico. “Trocar informações com uma pessoa experiente na área de TV pode quebrar paradigmas em relação a essa área de atuação. Pontos que foram levantados desmistificam essa coisa do distanciamento que o aluno sente quando se forma”, defende. Além disso, ela ressalta que a linguagem utilizada foi descontraída, o que auxilia ainda mais na aproximação com os estudantes.




26 de mai. de 2011

"Kit anti-homofobia" é suspenso das Escolas

Pressionada por religiosos, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira (25) a suspensão da elaboração do "kit anti-homofobia". O material sobre homossexualidade e homofobia que seria distribuído no ensino médio em escolas públicas de todo país causou polêmica entre grupos católicos e evangélicos. Por esse motivo, a decisão foi vetada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. A presidente decidiu que, a partir de agora, todo material que versar sobre costumes será elaborado após consultas prévias à sociedade.
Fonte: Yahoo Notícias

A Agência Hipertexto está oficialmente no ar

Lançamento oficial do site foi um grande sucesso no dia da abertura do EnCom

Por Adriana Nascimento

O dia 17 de maio de 2011 ficará marcado na memória dos alunos de 4º e 5º semestres de Jornalismo do campus Anália Franco da Universidade Cruzeiro do Sul. Neste dia, aconteceu o lançamento oficial da Agência Hipertexto.

No hall de entrada do auditório FHC, foi montando um stand para a apresentação do projeto idealizado desde o segundo semestre de 2010 pelos discentes. Apesar da ideia que fervilhava na cabeça dos alunos, somente com o apoio e por ter se tornado um projeto interdisciplinar é que a agência virou realidade.

Alunos, professores e visitantes compareceram para prestigiar o evento, que contou com o apoio do coordenador de Comunicação Social da Universidade Cruzeiro do Sul, Carlos Barros Monteiro. “Muito interessante e oportuna utilizar o Encom para tal. Deu uma excelente visibilidade, com ações que atraíram outras áreas”, comenta.

Aluna Elizabeth Costa apresentando o site ao
Coordenador Carlos Monteiro
Por Adriana Nascimento

Pauta, notas, fontes, entrevistas, fotos, matérias. Nunca os alunos produziram tanto. Todas as semanas a responsabilidade de criar conteúdo de qualidade para o site. Para a aluna e editora da seção “Entrevista”, Roberta Chamorro, a responsabilidade aumentou após o lançamento da agência. “A responsabilidade tornou-se fundamental para todos, uma vez que agora fazemos parte dos profissionais da informação”, diz.

Roberta deixa sua impressão sobre o site: “Nossa agência está com aspecto bem clean, com uma linguagem bem acessível para todos os públicos”, opina.

Alunos Roberta Chamorro e João Pontaltti, no stand do evento
Por Adriana Nascimento

Para Elizabeth Costa, repórter da editoria “Cotidiano”, está satisfeita com o resultado. “O site está lindo e cheio de energia”, comenta. Energia essa levada com o carinho e sentimento de dever cumprido dos alunos e professores responsáveis.

Para colocar o site no ar, houve muito trabalho, testes, pesquisas e muitas noites de sono perdidas. João Pontaltti, editor da seção “Mundo” e responsável pelo design do site, afirma que todo o esforço valeu a pena. ”Particularmente, fiquei muito feliz pelo resultado e aprovação do público. É ótimo ver que o trabalho tem futuro e que vale a pena passar as madrugadas trabalhando”.

A supervisora do curso de Jornalismo e editora-chefe da agência, Flávia Serralvo, revelou que o envolvimento dos alunos com o projeto ficou mais intenso depois do lançamento. “Sinto que os alunos responsáveis pelo site estão mais empolgados em ver seus textos, fotos e vídeos publicados depois que o lançamento foi feito e estão se dedicando ainda mais”, compartilha Flávia.

Da esquerda para direita: Professora Flávia Serralvo, Elizabeth Costa,
Adriana Nascimento, Fernanda Ricardo e João Pontaltti
Por Roberta Chamorro

A professora deixa o seguinte recado aos alunos: “Precisamos seguir firmes e fortes para que os nossos internautas tenham sempre informações novas no site”. 


Para conhecer a Agência Hipertexto, visite o site (www.aghipertexto.blogspot.com). Vale a pena conferir!

Confira fotos do Evento


25 de mai. de 2011

20% dos jovens se incomodam com o bullying

Uma pesquisa feita pela Secretaria Estadual de Saúde por meio de telefonemas feitos ao Disk-Adolescente, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2010, constatou que 20% das crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos sofrem com algum tipo de bullying dentro das escolas.  O serviço, que disponibiliza médicos, psicólogos e assistentes sociais funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 14h. O telefone do Disk-Adolescente é (11) 3819-2022.

Fonte: Jornal Destak Impresso

Entrevista: Pedro Montaldi Gava, psicólogo e administrador do CAPS III Vila Formosa/Aricanduva

Por Carolina Campos e José Roberto Pessoto

A reforma psiquiátrica no Brasil implantou os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Trata-se de um serviço de atenção à saúde mental dos cidadãos que tem por objetivo oferecer atendimento clínico psiquiátrico por meio da organização de uma rede de atendimento psicológico no país. Pedro Montaldi Gava, psicólogo e administrador do CAPS III Vila Formosa/Aricanduva, conversou com a AGÊNCIA HIPERTEXTO sobre a forma com que os centros são articulados.

 "CAPS organiza o fluxo e o atendimento das pessoas com problemas de saúde mental de todos os territórios do país", diz Gava
(Imagem Morguefile)

Agência Hipertexto: O que é o CAPS ?

Gava: É a sigla de Centro de Atenção Psicossocial. Trata-se de um serviço voltado aos cuidados e atenção dos transtornos mentais graves e severos.

Agência Hipertexto: Qual é a função do CAPS?

Gava: O CAPS surgiu com a intenção de evitar a internação por longa permanência de pessoas com transtornos mentais. Antes, muitas pessoas viviam de 20 a 30 anos dentro de hospitais psiquiátricos. No Brasil ainda existem cerca de 12.000 “moradores” nesses hospitais, por desconhecimento da existência do CAPS e até por falta de investimento governamental. O CAPS oferece os cuidados na própria residência da pessoa, essa é uma tentativa de resgatar a dignidade e a cidadania de quem precisa de tratamento. Isso promove a autonomia das pessoas, que sempre foram vistas como inúteis, como pessoas que não serviam para nada e que só causavam problemas para a sociedade. Hoje a sociedade está vendo que existem outras formas de ofertar cuidados a essas pessoas que sofrem.

Agência Hipertexto: Quais são os tratamentos?

Gava: Nós trabalhamos com o que chamamos de projeto terapêutico singular. A pessoa passa por uma avaliação e, em equipe discutimos, vamos entendendo a pessoa na complexidade do indivíduo e não separadamente. O tratamento é pensado no todo do indivíduo e cada pessoa tem um tipo especifico de tratamento. É um conjunto de ideias e ações para a melhoria das pessoas atendidas. Não existe uma receita pré-determinada, para algumas pessoas umas ações servem e para outras não, portanto. Nesse contexto e no cotidiano vamos construindo uma relação de saúde.

Agência Hipertexto: Quem são os profissionais que trabalham no CAPS?

Gava: Em nossa equipe há psicólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, assistentes sociais, auxiliares de enfermagem e oficineiros.

Agência Hipertexto: Por quem é mantido o CAPS?

Gava: O Governo Federal repassa a verba para o município, que, por sua vez, administra e gera os recursos. Atualmente, a Prefeitura de São Paulo estabelece parcerias com organizações sociais de forma independente. Essas organizações contratam os profissionais e a Prefeitura financia.

Agência Hipertexto: Quantos CAPS tem a cidade de São Paulo?

Gava: Existem algumas modalidades de CAPS: o adulto, o infantil e o CAPS álcool e drogas. Na cidade de São Paulo temos cinco macrorregiões: a centro-oeste, a norte, a sul, a sudeste e a leste. Na centro-oeste, temos nove CAPS, sendo quatro para adultos, dois infantis e três para usuários de álcool e drogas. Na região sudeste, temos 17 CAPS, sendo cindo para adultos, cinco infantis e sete para problemas com álcool e drogas. Na região norte, temos 12 CAPS, sendo seis para adultos, três infantis e três para problemas com álcool e drogas. Na zona leste, temos 11 CAPS, sendo três para adultos, três infantis e cinco para recuperar alcoólatras e droga adictos. Na zona sul, temos 10 CAPS, sendo cinco para adultos, dois infantis e três para álcool e drogas.

Agência Hipertexto: Quantas pessoas o CAPS Vila Formosa/Aricanduva atende?

Gava: Nós fazemos parte da coordenadoria sudeste. A unidade acompanha mensalmente cerca de 350 pessoas.

Agência Hipertexto: Qual é a diferença entre o CAPS e os hospitais psiquiátricos?

Gava: Existe uma grande diferença. O hospital psiquiátrico baseia sua ação na segregação das pessoas, retira-as do convívio social e, a partir desse isolamento, propõe os cuidados. São pacientes adoentados que precisam de uma equipe técnica e acabam ficando submetidos ao conhecimento e regras de uma instituição. No CAPS, entendemos que existem pessoas com sofrimentos mentais necessitando de cuidados e que devem ser cuidadas em seus territórios. É no convívio do próprio ambiente cotidiano de cada pessoa que o CAPS cuida dos pacientes.

Agência Hipertexto: A rede básica de saúde se beneficia de alguma forma pelo serviço prestado pelo CAPS?

Gava: Sim. O CAPS organiza o fluxo e o atendimento das pessoas com problemas de saúde mental de todos os territórios do país. O CAPS se torna parceiro da rede básica de saúde na composição, no questionamento e no cuidado da psiquiatria brasileira.

Agência Hipertexto: De que forma é o atendimento no CAPS?

Gava: O CAPS funciona de portas abertas. A pessoa que chega é acolhida. Ela passa por uma avaliação e averiguamos se ela deve ser atendida no CAPS ou em postos de saúde. Por ser um serviço de especialidade no cuidado de transtornos mentais graves e severos, não conseguimos dar conta de todos que nos procuram, então também orientamos que alguns pacientes recebam auxílio em postos de saúde, com psicólogos ou clínicos.

Agência Hipertexto: Quando uma pessoa deve procurar o CAPS?

Gava: Quando a pessoa está com dificuldades de gerir a própria vida, quando ela não tem autonomia, tem depressão, perdeu a independência e perdeu funções de seu cotidiano devido a algo que desordena o psíquico.

Agência Hipertexto: É necessário encaminhamento médico para as pessoas serem atendidas no CAPS?

Gava: Não, a pessoas chegam, preenchem uma ficha e conversamos sobre os seus problemas. Pedimos às pessoas que venham acompanhadas para obtermos relatos e compor um histórico, mas não é exigência. Por ser um serviço regionalizado, obedecemos o critério territorial, ou seja, as pessoas não passam pela avaliação se não morarem na região de cobertura de cada CAPS, porém, as escutamos e as encaminhamos para outras unidades.

Agência Hipertexto: Qual é a faixa etária predominante das pessoas atendidas pelo CAPS?

Gava: No nosso caso específico, o CAPS Vila Formosa/Aricanduva atende adultos acima dos 18 anos. Na faixa intermediária entre a adolescência e juventude fazemos o trabalho em conjunto com o CAPS infantil.

Agência Hipertexto: Em média, quanto tempo uma pessoa fica em tratamento?

Gava: Varia de pessoa para pessoa, não tem previsão. Tem pessoas com os mesmos transtornos, mas que reagem de maneiras diferentes à medicação. Não existe uma fórmula de cuidado. Acompanhamos o paciente e, quando há melhoras, encaminhamos para continuar o tratamento em um posto de saúde. Nesse processo não há tempo estabelecido.

Agência Hipertexto: Qual é o índice de melhora das pessoas atendidas pelo CAPS?

Gava: Índice de estatística, numericamente, não temos, mas o transtorno mental, não mais doença mental, é transitório. São momentos de pioras e de melhoras, a pessoa em tratamento pode ficar bem estabilizada como pode apresentar outro processo de piora. É como na vida - ora estamos bem, ora estamos mal. Na decorrência de vivermos nas grandes cidades, submetidos à tamanha violência e problemas, podemos facilmente descompensar a estabilidade emocional de qualquer ser humano.

Caps Vila Formosa
Por José Pessoto


Mais informações: www.saude.gov.br
Coordenação Nacional de Saúde Mental
saudemental@saude.gov.br
HTTP://pvc.datasus.gov.br
Telefones: 61315-2684 / 315-2655 / 315-3319
Fax: 61 315-2313
DISQUE SAÚDE 0800 61 1997


23 de mai. de 2011

Estão abertas as inscrições para o Enem

As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) começaram hoje dia 23 de maio e vão até o dia 10 de junho às 23h59. As provas serão aplicadas entre os dias 22 e 23 de outubro. As informações foram transmitidas no último dia 18 pela presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Malvina Tania Tuttman, em Brasília. A taxa de inscrição será de R$ 35,00 e deverá ser realizada exclusivamente pela internet no link: http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao/

Fonte: estadao.com.br

 
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