26 de mai. de 2011

"Kit anti-homofobia" é suspenso das Escolas

Pressionada por religiosos, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira (25) a suspensão da elaboração do "kit anti-homofobia". O material sobre homossexualidade e homofobia que seria distribuído no ensino médio em escolas públicas de todo país causou polêmica entre grupos católicos e evangélicos. Por esse motivo, a decisão foi vetada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. A presidente decidiu que, a partir de agora, todo material que versar sobre costumes será elaborado após consultas prévias à sociedade.
Fonte: Yahoo Notícias

A Agência Hipertexto está oficialmente no ar

Lançamento oficial do site foi um grande sucesso no dia da abertura do EnCom

Por Adriana Nascimento

O dia 17 de maio de 2011 ficará marcado na memória dos alunos de 4º e 5º semestres de Jornalismo do campus Anália Franco da Universidade Cruzeiro do Sul. Neste dia, aconteceu o lançamento oficial da Agência Hipertexto.

No hall de entrada do auditório FHC, foi montando um stand para a apresentação do projeto idealizado desde o segundo semestre de 2010 pelos discentes. Apesar da ideia que fervilhava na cabeça dos alunos, somente com o apoio e por ter se tornado um projeto interdisciplinar é que a agência virou realidade.

Alunos, professores e visitantes compareceram para prestigiar o evento, que contou com o apoio do coordenador de Comunicação Social da Universidade Cruzeiro do Sul, Carlos Barros Monteiro. “Muito interessante e oportuna utilizar o Encom para tal. Deu uma excelente visibilidade, com ações que atraíram outras áreas”, comenta.

Aluna Elizabeth Costa apresentando o site ao
Coordenador Carlos Monteiro
Por Adriana Nascimento

Pauta, notas, fontes, entrevistas, fotos, matérias. Nunca os alunos produziram tanto. Todas as semanas a responsabilidade de criar conteúdo de qualidade para o site. Para a aluna e editora da seção “Entrevista”, Roberta Chamorro, a responsabilidade aumentou após o lançamento da agência. “A responsabilidade tornou-se fundamental para todos, uma vez que agora fazemos parte dos profissionais da informação”, diz.

Roberta deixa sua impressão sobre o site: “Nossa agência está com aspecto bem clean, com uma linguagem bem acessível para todos os públicos”, opina.

Alunos Roberta Chamorro e João Pontaltti, no stand do evento
Por Adriana Nascimento

Para Elizabeth Costa, repórter da editoria “Cotidiano”, está satisfeita com o resultado. “O site está lindo e cheio de energia”, comenta. Energia essa levada com o carinho e sentimento de dever cumprido dos alunos e professores responsáveis.

Para colocar o site no ar, houve muito trabalho, testes, pesquisas e muitas noites de sono perdidas. João Pontaltti, editor da seção “Mundo” e responsável pelo design do site, afirma que todo o esforço valeu a pena. ”Particularmente, fiquei muito feliz pelo resultado e aprovação do público. É ótimo ver que o trabalho tem futuro e que vale a pena passar as madrugadas trabalhando”.

A supervisora do curso de Jornalismo e editora-chefe da agência, Flávia Serralvo, revelou que o envolvimento dos alunos com o projeto ficou mais intenso depois do lançamento. “Sinto que os alunos responsáveis pelo site estão mais empolgados em ver seus textos, fotos e vídeos publicados depois que o lançamento foi feito e estão se dedicando ainda mais”, compartilha Flávia.

Da esquerda para direita: Professora Flávia Serralvo, Elizabeth Costa,
Adriana Nascimento, Fernanda Ricardo e João Pontaltti
Por Roberta Chamorro

A professora deixa o seguinte recado aos alunos: “Precisamos seguir firmes e fortes para que os nossos internautas tenham sempre informações novas no site”. 


Para conhecer a Agência Hipertexto, visite o site (www.aghipertexto.blogspot.com). Vale a pena conferir!

Confira fotos do Evento


25 de mai. de 2011

20% dos jovens se incomodam com o bullying

Uma pesquisa feita pela Secretaria Estadual de Saúde por meio de telefonemas feitos ao Disk-Adolescente, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2010, constatou que 20% das crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos sofrem com algum tipo de bullying dentro das escolas.  O serviço, que disponibiliza médicos, psicólogos e assistentes sociais funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 14h. O telefone do Disk-Adolescente é (11) 3819-2022.

Fonte: Jornal Destak Impresso

Entrevista: Pedro Montaldi Gava, psicólogo e administrador do CAPS III Vila Formosa/Aricanduva

Por Carolina Campos e José Roberto Pessoto

A reforma psiquiátrica no Brasil implantou os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Trata-se de um serviço de atenção à saúde mental dos cidadãos que tem por objetivo oferecer atendimento clínico psiquiátrico por meio da organização de uma rede de atendimento psicológico no país. Pedro Montaldi Gava, psicólogo e administrador do CAPS III Vila Formosa/Aricanduva, conversou com a AGÊNCIA HIPERTEXTO sobre a forma com que os centros são articulados.

 "CAPS organiza o fluxo e o atendimento das pessoas com problemas de saúde mental de todos os territórios do país", diz Gava
(Imagem Morguefile)

Agência Hipertexto: O que é o CAPS ?

Gava: É a sigla de Centro de Atenção Psicossocial. Trata-se de um serviço voltado aos cuidados e atenção dos transtornos mentais graves e severos.

Agência Hipertexto: Qual é a função do CAPS?

Gava: O CAPS surgiu com a intenção de evitar a internação por longa permanência de pessoas com transtornos mentais. Antes, muitas pessoas viviam de 20 a 30 anos dentro de hospitais psiquiátricos. No Brasil ainda existem cerca de 12.000 “moradores” nesses hospitais, por desconhecimento da existência do CAPS e até por falta de investimento governamental. O CAPS oferece os cuidados na própria residência da pessoa, essa é uma tentativa de resgatar a dignidade e a cidadania de quem precisa de tratamento. Isso promove a autonomia das pessoas, que sempre foram vistas como inúteis, como pessoas que não serviam para nada e que só causavam problemas para a sociedade. Hoje a sociedade está vendo que existem outras formas de ofertar cuidados a essas pessoas que sofrem.

Agência Hipertexto: Quais são os tratamentos?

Gava: Nós trabalhamos com o que chamamos de projeto terapêutico singular. A pessoa passa por uma avaliação e, em equipe discutimos, vamos entendendo a pessoa na complexidade do indivíduo e não separadamente. O tratamento é pensado no todo do indivíduo e cada pessoa tem um tipo especifico de tratamento. É um conjunto de ideias e ações para a melhoria das pessoas atendidas. Não existe uma receita pré-determinada, para algumas pessoas umas ações servem e para outras não, portanto. Nesse contexto e no cotidiano vamos construindo uma relação de saúde.

Agência Hipertexto: Quem são os profissionais que trabalham no CAPS?

Gava: Em nossa equipe há psicólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, assistentes sociais, auxiliares de enfermagem e oficineiros.

Agência Hipertexto: Por quem é mantido o CAPS?

Gava: O Governo Federal repassa a verba para o município, que, por sua vez, administra e gera os recursos. Atualmente, a Prefeitura de São Paulo estabelece parcerias com organizações sociais de forma independente. Essas organizações contratam os profissionais e a Prefeitura financia.

Agência Hipertexto: Quantos CAPS tem a cidade de São Paulo?

Gava: Existem algumas modalidades de CAPS: o adulto, o infantil e o CAPS álcool e drogas. Na cidade de São Paulo temos cinco macrorregiões: a centro-oeste, a norte, a sul, a sudeste e a leste. Na centro-oeste, temos nove CAPS, sendo quatro para adultos, dois infantis e três para usuários de álcool e drogas. Na região sudeste, temos 17 CAPS, sendo cindo para adultos, cinco infantis e sete para problemas com álcool e drogas. Na região norte, temos 12 CAPS, sendo seis para adultos, três infantis e três para problemas com álcool e drogas. Na zona leste, temos 11 CAPS, sendo três para adultos, três infantis e cinco para recuperar alcoólatras e droga adictos. Na zona sul, temos 10 CAPS, sendo cinco para adultos, dois infantis e três para álcool e drogas.

Agência Hipertexto: Quantas pessoas o CAPS Vila Formosa/Aricanduva atende?

Gava: Nós fazemos parte da coordenadoria sudeste. A unidade acompanha mensalmente cerca de 350 pessoas.

Agência Hipertexto: Qual é a diferença entre o CAPS e os hospitais psiquiátricos?

Gava: Existe uma grande diferença. O hospital psiquiátrico baseia sua ação na segregação das pessoas, retira-as do convívio social e, a partir desse isolamento, propõe os cuidados. São pacientes adoentados que precisam de uma equipe técnica e acabam ficando submetidos ao conhecimento e regras de uma instituição. No CAPS, entendemos que existem pessoas com sofrimentos mentais necessitando de cuidados e que devem ser cuidadas em seus territórios. É no convívio do próprio ambiente cotidiano de cada pessoa que o CAPS cuida dos pacientes.

Agência Hipertexto: A rede básica de saúde se beneficia de alguma forma pelo serviço prestado pelo CAPS?

Gava: Sim. O CAPS organiza o fluxo e o atendimento das pessoas com problemas de saúde mental de todos os territórios do país. O CAPS se torna parceiro da rede básica de saúde na composição, no questionamento e no cuidado da psiquiatria brasileira.

Agência Hipertexto: De que forma é o atendimento no CAPS?

Gava: O CAPS funciona de portas abertas. A pessoa que chega é acolhida. Ela passa por uma avaliação e averiguamos se ela deve ser atendida no CAPS ou em postos de saúde. Por ser um serviço de especialidade no cuidado de transtornos mentais graves e severos, não conseguimos dar conta de todos que nos procuram, então também orientamos que alguns pacientes recebam auxílio em postos de saúde, com psicólogos ou clínicos.

Agência Hipertexto: Quando uma pessoa deve procurar o CAPS?

Gava: Quando a pessoa está com dificuldades de gerir a própria vida, quando ela não tem autonomia, tem depressão, perdeu a independência e perdeu funções de seu cotidiano devido a algo que desordena o psíquico.

Agência Hipertexto: É necessário encaminhamento médico para as pessoas serem atendidas no CAPS?

Gava: Não, a pessoas chegam, preenchem uma ficha e conversamos sobre os seus problemas. Pedimos às pessoas que venham acompanhadas para obtermos relatos e compor um histórico, mas não é exigência. Por ser um serviço regionalizado, obedecemos o critério territorial, ou seja, as pessoas não passam pela avaliação se não morarem na região de cobertura de cada CAPS, porém, as escutamos e as encaminhamos para outras unidades.

Agência Hipertexto: Qual é a faixa etária predominante das pessoas atendidas pelo CAPS?

Gava: No nosso caso específico, o CAPS Vila Formosa/Aricanduva atende adultos acima dos 18 anos. Na faixa intermediária entre a adolescência e juventude fazemos o trabalho em conjunto com o CAPS infantil.

Agência Hipertexto: Em média, quanto tempo uma pessoa fica em tratamento?

Gava: Varia de pessoa para pessoa, não tem previsão. Tem pessoas com os mesmos transtornos, mas que reagem de maneiras diferentes à medicação. Não existe uma fórmula de cuidado. Acompanhamos o paciente e, quando há melhoras, encaminhamos para continuar o tratamento em um posto de saúde. Nesse processo não há tempo estabelecido.

Agência Hipertexto: Qual é o índice de melhora das pessoas atendidas pelo CAPS?

Gava: Índice de estatística, numericamente, não temos, mas o transtorno mental, não mais doença mental, é transitório. São momentos de pioras e de melhoras, a pessoa em tratamento pode ficar bem estabilizada como pode apresentar outro processo de piora. É como na vida - ora estamos bem, ora estamos mal. Na decorrência de vivermos nas grandes cidades, submetidos à tamanha violência e problemas, podemos facilmente descompensar a estabilidade emocional de qualquer ser humano.

Caps Vila Formosa
Por José Pessoto


Mais informações: www.saude.gov.br
Coordenação Nacional de Saúde Mental
saudemental@saude.gov.br
HTTP://pvc.datasus.gov.br
Telefones: 61315-2684 / 315-2655 / 315-3319
Fax: 61 315-2313
DISQUE SAÚDE 0800 61 1997


23 de mai. de 2011

Estão abertas as inscrições para o Enem

As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) começaram hoje dia 23 de maio e vão até o dia 10 de junho às 23h59. As provas serão aplicadas entre os dias 22 e 23 de outubro. As informações foram transmitidas no último dia 18 pela presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Malvina Tania Tuttman, em Brasília. A taxa de inscrição será de R$ 35,00 e deverá ser realizada exclusivamente pela internet no link: http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricao/

Fonte: estadao.com.br

Educação, pauta principal desde os jornais às redes sociais

Nas últimas semanas, o tema educação tem se destacado em todas as redes de informações do Brasil, desde a mídia escrita, TV e nas redes sociais. O vazamento do kit anti-homofobia, o desabafo da  professora Amanda Gurgel em uma audiência pública no Rio Grande do Norte e as declarações do secretário do MEC sobre o conteúdo do material “Kit gay” provocaram reação de pais, professores, políticos, entidades religiosas, dos cidadãos brasileiros, o que refletiu na mídia. A Agência Hipertexto não ficará fora desse debate, em breve, teremos matérias sobre o assunto. Por enquanto, fiquem com os vídeos dos acontecimentos que levantaram tanta polêmica:

Vídeos do Kit anti-homofobia








Vídeo da professora Amanda Gurgel




Vídeo das declarações do secretário do Mec


22 de mai. de 2011

Medicina alternativa ganha destaque na mídia e se torna tópico de discussões

Enquanto ganha espaço em veículos de comunicação de alcance nacional, essa prática vem, também, gerando dúvidas e debates

Por Ingrid Taveira, Larissa Leonardi e Tatianne Francisquetti

Há remédios homeopáticos para dormir, emagrecer,  depressão entre outros
(Imagem Freestock)

Tema de reportagens em diversos programas, como o SBT Repórter transmitido no último dia 11, a medicina alternativa torna-se alvo de polêmicas ao possibilitar o confronto entre seus usuários e entre os que não acreditam em sua eficácia.

Além de programas televisivos e reportagens da mídia escrita, diversos outros meios são utilizados com a finalidade de defender um dos dois pontos de vista. Em fevereiro deste ano, por exemplo, ocorreu o evento 10²³: Homeopatia é Feita de Nada. Com o intuito de comprovar a ineficiência da homeopatia, consiste na ingestão de overdoses de remédios homeopáticos, feita por diversas pessoas em diferentes lugares do mundo, ao mesmo tempo.  A União Europeia pretende colocar em votação um projeto de lei para realizar a proibição do comércio de remédios naturais, como os já citados homeopáticos.

As divergências de opiniões se estendem desde a comprovação de sua utilidade, até a escolha da nomenclatura “alternativa”. Enquanto o nome remete ao conceito de algo que pode ser utilizado no lugar de outra coisa, outras denominações surgem. Filomena De Luca, especialista em variadas ramificações da medicina alternativa, como a acupuntura e a cromoterapia, prefere utilizar a denominação medicina vibracional. De acordo com ela, o nome seria mais próximo do conceito teórico, já que ela trabalha com diversos níveis de energia, não somente do campo físico. “É uma energia equilibrada no todo, que faz o indivíduo atuar bem em todas as áreas, que não só com qualidade física, mas qualidade mental, espiritual, emocional, energética”, afirma.

Filomena de Luca, especialista em medicina
vibracional
(Arquivo pessoal)
Para Filomena, o nome medicina complementar também é mais adequado, pois essa prática medicinal deve ser usada em conjunto com a medicina tradicional. “Uma não existe sem a outra. Quando você cura um indivíduo só a nível físico, ele volta a ter a doença, porque a gente não mexe na causa verdadeira. A gente está tratando dos sintomas, que aparecem no corpo físico. A causa, normalmente, é de origem espiritual, emocional”, comenta a especialista, explicando que a medicina complementar é responsável por essa cura emocional e por evitar o retorno da doença.

Juliana Tavares da Silva, assistente de cadastro, procurou a medicina alternativa para resolver problemas na coluna, mas não obteve resultados a longo prazo. Em sua opinião, a eficiência do tratamento depende, na verdade, do organismo de seu usuário. “Não sei se é psicológico, mas tem gente que usa, se acha melhor, por algo ter mudado, e acredita. Eu não acredito”, conclui.

Já Giovanna Boghi, também assistente de cadastro, recomenda. Usuária de homeopatia há cerca de quinze anos, ela procurou o tratamento para resolver problemas alérgicos e da garganta. Para ela, a medicina alternativa fortifica o organismo para que seu usuário não volte a apresentar a mesma doença. “Acredito que, por ser natural, tem uma fórmula diferente que talvez trabalhe mais com o lado de reforçar o organismo, para que você não fique doente. Acredito que a composição da homeopatia realmente faça efeito no organismo”, ela diz, enfatizando que o efeito no é real, e não apenas psicológico.

“Eu acho que é fé”, diz Priscila Dermenjian, publicitária, que fez uso de remédios homeopáticos durante dois meses, mas também não obteve resultados. Ela ainda opina sobre os motivos que levam um paciente a buscar esse tratamento: “As pessoas sempre buscam uma alternativa para não entrar na faca, fazer um corte, usar uma droga mais pesada. Elas ouvem sobre um remédio homeopático que não faz mal, que não é pesado, então vão atrás”. Apesar de não ter ficado satisfeita com sua própria experiência, Priscila afirma considerar o uso válido para quem acredita em seus efeitos e discorda de medidas extremas que visam a desacreditá-la.

Quanto às desvantagens e perigos do tratamento, Filomena salienta o risco de procurar pessoas despreparadas e tratamentos enganosos. Ela frisa a necessidade de verificar os registros do profissional junto a um órgão competente, como o conselho regional, certificar-se de que ele possui qualificação e dar preferência a indicações de pessoas conhecidas, ao invés de priorizar propagandas.

Alunos de Comunicação apresentam o Comunic’art 2011

Tendo como base o livro de George Orwell, universitários são avaliados no festival

Por: Bruno Dionísio, Elizabeth Costa e Fernanda Ricardo

Os alunos dos primeiros semestres de Comunicação Social da Universidade Cruzeiro do Sul apresentaram nos dias 5 e 6 de maio, no Auditório FHC (campus Anália Franco), o II Festival Comunic’art, um encontro entre a comunicação e a arte, com a temática “sociedade vigiada”.

Auditório FHC: Alunos se preparam para início das apresentações
Por Elizabeth Costa

“Quando o aluno entra no curso de Comunicação, ele era receptor e agora ele se torna o emissor, então é muito importante que ele desmistifique esse universo”, comenta a professora mestre Lara Maria. Os alunos se organizaram e têm liberdade para apresentar as propostas à sua maneira. Fabiana Aparecida, mãe de uma aluna do curso, diz: “Serviu de alerta, e acredito que somos vigiados sempre.”

Os pontos enfatizados pelos grupos foram os diversos meios de controle que existem atualmente, que, ao mesmo tempo em que nos protegem, fazem com que percamos a privacidade. “A proposta é gerar uma reflexão, pois nós, profissionais de Comunicação, vamos ter uma série de ferramentas para utilizar, e temos que ter consciência de que isso deve ser usado de uma forma correta”, afirma o professor Ricardo Rocca, um dos membros da banca avaliadora.

Banca sexta-feira 06/05: da esquerda para direita, Mariah Bressani,
Vagner Tranche, Cássia Regina e Lara Maria
Por Bruno Dionísio
“Como critérios de avaliação está a criatividade, o modo de se expressar”, revela o professor mestre  Vagner Tranche, que também é avaliador no festival. A coordenadora do evento, professora mestre Lara Maria, está satisfeita com os resultados atingidos neste ano, mas afirma que gostaria que os alunos tivessem ousado mais. “O envolvimento de todos foi maravilhoso, mas quanto à temática eu quero que ousem mais, porque a comunicação tem uma chamada muito boa com o artístico”.

O professor Cláudio Kinjo ressalta: “Os alunos tinham que falar sobre a sociedade vigiada usando da arte, só que a sociedade que estamos hoje é diferente da época do totalitarismo de George Orwell.  Agora, a sociedade vigiada está mais no espaço, como: bulimia, nota fiscal paulista e as câmeras de vigilância”.

Esta semana ocorreu o EnCom, mais um evento promovido pelos cursos de Comunicação e que também contará com a cobertura da Agência Hipertexto. Aguardem!






21 de mai. de 2011

Semana Cultural da Cruzeiro do Sul promove integração dos alunos




Entre os dias 23 e 27 de maio, acontecerá nos quatro campi da Universidade Cruzeiro do Sul a “Semana Cultural”, com programações de música, dança, exposições e muitas outras atrações. Com o objetivo de promover a cultura, entretenimento e interação aos alunos, a iniciativa é da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários. Acompanhe a programação completa pelo site:http://www.cruzeirodosul.edu.br/content/noticia


Fonte: cruzeirodosul.edu.br

Minissérie do Batman mostra história ligada ao premiado game do Homem-Morcego

Minissérie em quatro episódios baseada no game premiado é lançada nos EUA para conectar os dois jogos durante o intervalo de tempo entre seus lançamentos. Escrita por Paul Dini, o roteirista dos desenhos animados do Homem-Morcego mostra uma história que se passa seis meses depois do fim de Batman: Asilo Arkham. O Coringa está morrendo devido ao efeito colateral do veneno (estimulante usado por Bane para estimular força sobre humana) que ele consumiu; o diretor da prisão, Quincy Sharp, tornou-se o prefeito de Gotham City, tendo seus atos controlados por Hugo Strange, psiquiatra obcecado por Batman que resolve destruí-lo. Em decorrência dos planos de Strange para controlar Gotham, a cidade é cercada por uma muralha para servir como uma nova prisão de segurança máxima. Ele cria Arkham City. O próximo jogo do Cavaleiro das Trevas se inicia a partir desses acontecimentos. O jogo Batman: Arkham City será lançado em 18 de outubro para PCs, PlayStation 3 e Xbox 360.

Fontes: Omelete e TFAW

 
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