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11 de jun. de 2013

Eu, Adriana Nascimento, jornalista, 38 anos


Hoje estou envolvida com meus projetos, como o NoZ na Rua, página voltada à divulgação de arte de rua

Meu primeiro contato com o Jornalismo foi aos 18 anos, quando fiz parte de um projeto do Programa Geração de Emprego e Renda (Proger) organizado pela FAO/ONU. Atuei durante três meses em uma comunidade na zona sul de São Paulo como agente multiplicadora e fiquei responsável em reportar todos os acontecimentos e relatos dos moradores sobre a implantação de uma cooperativa de trabalho na região.

Eu me formei em Hotelaria em 2000 e passei a trabalhar na área administrativa, fiquei nesse meio durante muito tempo. Mas, ficar sentada a uma mesa, envolta por muitos papéis, rotinas de escritório e formalidades, não parecia ser a minha praia. Incentivada pelo meu marido na época, saí da empresa e investi no meu grande sonho: cursar uma Universidade. Prestei o Prouni, consegui 50% de bolsa em algumas Universidades, mas escolhi a Unicsul por ter boas referências.

E lá estava eu, aos 36 anos, em meio a muitos jovens, com uma vontade imensa de aprender e me dedicando ao máximo. Foi na Unicsul que tive o prazer de entrevistar o Fernando Meligeni, de levar a cultura Punk e do Fanzine para quem não conhecia, de criar trabalhos que deixavam a professora Lara louca! rs Sempre fui amante do mundo digital e sentia falta de um veículo da Universidade nessa área.

Conversando com os colegas de sala e com a professora Flávia Serralvo, propus a criação de um portal. Com a visão e competência, também da professora Regina Tavares, a ideia virou um projeto interdisciplinar que abrangeu também o campus São Miguel .Depois de muito trabalho, discussões, choros e tudo mais que a paixão de alunos envolvidos seriamente em algo grandioso possa envolver, nasceu a Agência Hipertexto.

Depois disso, passei por problemas pessoais que chegaram a afetar meu desempenho na faculdade, quase tive que trancá-la por falta de pagamento. Com perseverança, apoio e a torcida dos professores – principalmente da professora Regina -, consegui financiar os outros 50%. Dos locais onde estagiei, foi na Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) onde mais me desenvolvi. Trabalhar na Assessoria de Imprensa de um órgão tão importante do Governo não é para qualquer um. Tive a oportunidade de participar e cobrir grandes eventos no Palácio do Governo, de entrevistar pessoas que se beneficiaram diretamente com ações da secretaria, entre outras atividades características da área.

Mas a conquista mais importante foi quando consegui um espaço na Rádio Tupi AM para divulgar, diariamente, no programa Giro dos Bairros, as vagas de emprego e programas da pasta. Que orgulho! Todos os dias era possível ouvir a minha voz – mesmo sendo estagiária – representando tudo que havia aprendido com os meus mestres.Tive o grande benefício de encerrar a graduação com “chave de ouro”. Meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) teve nota máxima, com anúncio em grande estilo feito pelo Giuliano Marcos, apresentador da Rede Record.

Não trabalho em nenhuma emissora de TV, em um grande Jornal e nem mesmo, em uma agência famosa. Hoje estou envolvida com meus projetos, como o NoZ na Rua, página voltada à divulgação de arte de rua, e juntamente com os membros do NoZ, planejo criar minha própria Agência de Comunicação e Marketing Digital. No momento, atuo prestando serviços para a Studio Doze e assessorando a banda de rock Rethorica. Não posso parar, não devo parar, tenho muita coisa na minha cabecinha e, eu que achava que estava velha, segundo meus parceiros, parece que nasci ontem!

Quero agradecer meus queridos professores e mestres da Unicsul, meus colegas de sala, meus pais, meus parceiros do NoZ, Thiago Batista, Cintia Ruiz, Fernando Gaspar e André Dellatorre.

6 de mai. de 2013

Renan Moncoski


Renan Moncoski

Quando chega a hora de escolher um curso na faculdade, surgem milhares de dúvidas. Eu me arrisquei e acertei em cheio!
Sempre gostei de ler e qualquer coisa relacionada a arte me interessava. No decorrer do curso fui aproveitando e me tranquilizando, pois sabia que tinha feito a escolha certa.
O segundo ano de curso é o momento de escolher qual a habilitação a seguir e eu já tinha Rádio e TV em mente, como muitos da sala. A distância em trocar o campus Anália Franco por São Miguel fez com que muitos desistissem. Realmente era exaustivo, mas eu fui em frente.
Nesta época, eu larguei um emprego para ganhar metade do salário em um estágio, o que me ajudou a não me formar um profissional ‘cru’.
Já trabalhei na TV Unicsul, Blue TV, Chef TV, Globo SP, gravei premiações da Revista Veja, do Jornal Folha de S. Paulo e o Vladimir Herzog de Jornalismo. Hoje trabalho na Rede Record de Televisão.
Premiação da banda Os Radiophonicos no festival “Pop Art”, Espanha
Em paralelo, sou integrante da banda Os Radiophonicos, que teve início como um grupo de amigos querendo fazer músicas de maneira simples, direta e verdadeira.
Começamos tocando em bares da Zona Leste de São Paulo, depois em casas de rock da Rua Augusta e em festivais no Estado. Em 2010, fomos convidados a tocar na Virada Cultural.
No mesmo ano, realizamos turnê na Europa, passando por Portugal, Inglaterra e Espanha. A repercussão da viagem promoveu a nossa segunda turnê pelo continente. Em 2011, recebemos o prêmio de Banda Revelação Sul Americana, no festival “Pop Art” de Cáceres, na Espanha.

29 de abr. de 2013

Fascínio instantâneo


O jornalismo digital encantou a paulistana Larissa Leonardi, 21, graduada em Jornalismo, em 2012, pela Universidade Cruzeiro do Sul. A rapidez em relação ao feed back do leitor na internet a levou a essa paixão. “A mágica da internet está na instantaneidade. Eu consigo ver, quase que imediatamente, se o que eu escrevi agradou os meus leitores”, afirma.

Larissa se matriculou na Unicsul em 2009 para cursar Comunicação Social, sem saber ainda se seguiria Publicidade ou Jornalismo. Sua paixão pela escrita e por levar informação às pessoas a fez ficar com a segunda opção.

No segundo ano de faculdade, ela conseguiu seu primeiro estágio, na assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo, mas não se adaptou. “Estar nos bastidores não era comigo”, diz. Procurou – e se encontrou no jornalismo online. Primeiro, no Grupo RBS, sua primeira oportunidade como redatora; depois, em maio de 2012, na Agência Think4, onde permanece até hoje. “Cumpro uma carga horária de quase 10 horas diárias, não porque a empresa exige, mas porque as minhas atividades pedem isso, e faço com paixão. Levo trabalho para casa e vivo ligada no que está acontecendo”, conta.

Como Trabalho de Curso (TC), Larissa e seu grupo arriscaram e escolheram produzir uma revista voltada ao público da terceira idade. “Criar um veículo é um desafio imenso, que você tem que viver na faculdade, para aprender na raça e errar muito, a faculdade está aí para isso”. O trabalho recebeu nota 10 da bancada julgadora e, para Larissa, valeu a sabedoria popular, que costuma dizer que temos duas orelhas e uma boca por uma boa razão. “Uma dica para quem vai fazer o TC é: escute os professores”, aconselha.

A jovem jornalista ainda pode ser encontrada nos corredores do campus Anália Franco, onde faz adaptação das matérias do 7º semestre.

11 de abr. de 2013

Edgar Tchaka


Eu entrei na Universidade Cruzeiro do Sul no início de 2003. A minha intenção desde o início foi fazer Rádio e TV, não imaginava que fosse gostar tanto do curso. Os professores eram muito bacanas, com uma ótima formação, os alunos muito interessados e dessa forma tivemos uma turma muito participativa, afinal estavam interessados. Após um período, eu consegui uma oportunidade para estagiar dentro da universidade e foi aí que passei a tomar mais gosto pela área. Consegui aprender tudo o que eu sei hoje, colocando o que aprendia nas aulas em prática. Desde então não saí mais da Cruzeiro do Sul, trabalho aqui até hoje. Antes no campus Anália Franco e hoje no campus São Miguel, auxiliando os alunos e professores no estúdio de produção. Atualmente, com base no aprendizado adquirido na universidade, estou montando minha própria produtora. A Universidade Cruzeiro do Sul foi essencial na minha formação e só tenho a agradecer.

1 de abr. de 2013

Fernanda Ricardo



Meu nome é Fernanda Ricardo, tenho 24 anos e nasci no interior de São Paulo na cidade de São José do Rio Preto. Quando eu tinha oito anos fiz uma gravação em vídeo, na qual eu apresentava um programa de TV fictício. Ele levava o nome do meu cachorro: “TV Simba”. Nele eu era a apresentadora, repórter e ainda fazia os comerciais dos intervalos. Acredito que foi a partir de então que me interessei pela área de comunicação.

Com 17 anos ganhei uma bolsa de 100% pelo Prouni para cursar Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade Cruzeiro do Sul. Ao mesmo tempo que, dei início a um estágio na área de Marketing da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), onde permaneci por 1 (um) ano. Quando meu contrato na CPTM se encerrou, iniciei outro estágio na área de promoção de vendas na empresa Royal Canin. Esta experiência me agregou muito conhecimento na área de Merchandising. Além de aprender na prática como convencer um cliente, pois minha função era apresentar e vender o produto (Alimentos para nutrição canina e felina) no PDV (Ponto de Venda). Após este estágio retornei ao setor público estagiando na área de Gestão de Clientes da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Neste momento estava cursando o 3° ano de Publicidade e Propaganda e me preparando para o meu Trabalho de Conclusão de Curso. Meu grupo e eu optamos por realizar uma Campanha Publicitária para a revista Playboy. Foi então que me apaixonei pela Editora Abril.

Quando me formei Publicitária decidi que ainda precisava aperfeiçoar minha escrita. Foi então que iniciei o curso em Jornalismo, no ano seguinte, na própria Universidade Cruzeiro do Sul. Aprendi muito e, aos poucos, fui percebendo que Publicidade e Jornalismo se completam. No último ano do curso, optei por fazer uma grande reportagem para a Revista Super Interessante, também da Editora Abril, com o tema: Consumo afetivo. O grande desafio desta vez foram as pesquisas por detrás da reportagem que englobavam um tema publicitário. Foi incrível ir em busca do tema, entrevistar profissionais da área, produzir as fotos para colher informações suficientes para redigir a matéria. No início do 4° ano de Jornalismo fui contratada para trabalhar em uma Agência de Marketing chamada Actwork, na qual me encontro no momento como Atendimento de Contas. Sou responsável por acompanhar as solicitações de clientes para os quais desenvolvemos ações de marketing como materiais de divulgação impressa e online. Minha rotina é intensa, mas adoro exercer minhas funções.  Sou muito feliz e me sinto muito bem trabalhando como Publicitária, de vez em quando me arrisco como Redatora na agência também.

O que almejo hoje é fazer uma pós-graduação em Semiótica, algo que sempre me fascinou na área da Comunicação.


18 de mar. de 2013

Ex-aluno conta sobre suas experiências acadêmicas e profissionais


Por: João Pontaltti


Eu escolhi fazer jornalismo após juntar várias vontades: na escola sempre gostei muito das disciplinas de Língua Portuguesa e História, e em casa era só ligar a televisão que eu me divertia. Sempre fui apaixonado por televisão. Decidi assim, juntar todos os gostos e entrei para o curso de Jornalismo em 2009.

Minha vida acadêmica foi muito bem aproveitada e fiz jus ao pagamento das mensalidades. Me dediquei ao máximo, fiz amizades com colegas e criei grandes vínculos com professores.

A vida “acadêmica-séria” começou mesmo após o segundo ano na universidade, quando entrou de vez com o jornalismo. Neste ano tive a certeza de que era a profissão certa para mim, ainda mais depois das aulas animadoras e incentivadoras das professoras Flávia Serralvo e Regina Tavares, que realmente fizeram a diferença na minha graduação.

No terceiro ano do curso entrei para a monitoria da disciplina de Técnicas de TV, auxiliando o coordenador do curso, que lecionava a disciplina. 

No mesmo semestre criei a Agência Hipertexto, com a ideia de uma colega da sala, Adriana Nascimento. A agência de notícias online foi nosso projeto interdisciplinar, com a orientação da professora Flávia. A agência começou a ganhar muitos leitores e eu fiquei cheio de orgulho!

As atividades jornalísticas que realizei durante o curso fizeram a diferença para minha atuação no mercado de trabalho, por isso que apoio sim, a obrigação do diploma para o trabalho jornalístico. É claro que cada um faz o seu futuro.

No ano seguinte (o último ano) continuei minha monitoria com o professor Bruno Tavares, outro mestre incentivador e logo depois com a Regina Tavares (foi top). Com a monitoria do último ano consegui ganhar mais experiência em TV e conhecer mais minhas habilidades.

Foi o ano de TC. Muito suado, orientação excelente da professora Regina, gastos, correria, gravação de externas, gravação do programa sobre esporte radical, resultado com nota 10.

Durante a graduação estagiei em comunicação corporativa na maior fábrica de vidros do mundo, Owens Illinois. Descobri que não é uma área que me atrai, porém fez um grande sentido na minha vida e foi extremamente importante eu ter passado pela experiência.

Também estagiei no Grupo USAC do Brasil, que é onde estou hoje como jornalista. A empresa possui uma revista mensal, um site de notícias e web TV do seguimento automotivo. É muito bom trabalhar na empresa. Escrevo matérias para a revista USAC News sobre o mundo automotivo. Desenvolvo notícias atualizadas do seguimento para o site. Realizo test drive em veículos de lançamentos e escrevo sobre eles. Aqui tenho também a oportunidade de trabalhar com TV, que é o que mais me identifico dentro da área. Faço reportagens, vídeos, gravações e roteiros. Aliás, toda sexta-feira acontece um programa ao vivo (assistam) no portal Carros e Acessórios comigo e mais dois jornalistas. http://carroseacessorios.com.br.

Sou apaixonado por jornalismo e realmente “é a melhor profissão do mundo” como dizem alguns professores!

23 de dez. de 2011

Andrea Jocys

Diferentemente da grande maioria das pessoas que fazem Jornalismo, não entrei no curso pensando nisso, nunca tinha me enxergado como jornalista. Quando entrei na Universidade Cruzeiro do Sul, em 2005, meu intuito era me especializar em Relações Públicas, já que na época trabalhava para o Ibope Solutions e queria me manter na área. Mas foi durante o curso de Comunicação Social que fui descobrindo aos poucos o Jornalismo.

Não pensava em trabalhar em redação, mas descobri que podia ser um braço dos veículos da grande mídia atuando em Assessoria de Imprensa, e foi aí que decidi o que queria fazer da minha vida. No terceiro ano, o primeiro na habilitação, fui fazer estágio na Secretaria Estadual de Habitação de São Paulo, na área de assessoria. Depois de formada, fiquei um ano em uma agência de comunicação focada em cultura e foi lá que aprendi muita coisa. Trabalhei com assessoria de livros, filmes, canais de televisão, festivais e conheci muita gente bacana.


Hoje trabalho na editora LeYa Brasil, uma das cinco maiores do país, lidando com uma das coisas que mais adoro na vida: livros. Foi durante o período de faculdade que perdi o preconceito que tinha com a assessoria. Grande parte dos estudantes de Jornalismo enxerga o assessor como um jornalista de segundo escalão, mas na prática não é bem assim.

O papel do assessor é o mesmo de um editor. Você tem nas mãos a informação que o repórter precisa. Na área de cultura essa parceria é fundamental, já que é o assessor que detém toda a informação que os cadernos precisam: eventos, personalidades, lançamentos etc.

Hoje eu trabalho com os principais veículos do Brasil, e é um orgulho pegar uma matéria que eu ajudei a ser feita na capa de um caderno cultural ou de uma revista de grande circulação. Fazer parte do universo da informação é uma sensação indescritível, e ver que aqueles livros que eu entreguei para um editor ou repórter e apostei todas as fichas como sendo algo necessário para o leitor, está lá. O assessor é um pauteiro externo, fundamental para qualquer redação.

6 de nov. de 2011

Fernanda Blanes

Quando terminei o ensino médio, escolhi o curso de Comunicação Social e, como especialização, Publicidade e Propaganda. Sempre gostei de comunicação e confesso que não me achava muito boa escrevendo. Quando terminei o curso, senti necessidade de fazer outra faculdade, pois, apesar de estar na área que eu amava, não me sentia realizada com a profissão que tinha escolhido. Optei por Jornalismo meio que no susto, não me achava boa escritora, mas me agradava a ideia de conhecer coisas novas e saber sobre tudo um pouco. Sempre fui muito curiosa e acho que isso é essencial para um jornalista. Cursei os dois anos finais da faculdade, pois já havia cursado o ciclo básico. Aprendi a amar a escrita durante as aulas de redação e rádio que, aliás, eram as minhas favoritas.

No quinto semestre, consegui um estágio como secretária de redação em uma editora. Aprendi muita coisa por lá, foi um aprendizado incrível. No segundo mês de estágio, o editor de uma das revistas da empresa me pediu que fizesse um texto e, se aprovado, entraria na próxima edição da revista. Não conseguia me conter de tanta felicidade ao ver meu nome estampado naquela página. Depois de algum tempo, eu já escrevia três editorias da revista.

Saí da editora quando me formei e fui trabalhar em uma agência de comunicação como assessora de imprensa. Atendi diversos clientes e aprendi muita coisa. Hoje ainda trabalho no mesmo grupo, porém, em outra empresa, atendendo outros clientes. Nada do que se passou na minha vida teria acontecido se não fosse a universidade. Aprendi muitas coisas, conheci muita gente e acredito que sem essa base eu não teria o mesmo sucesso. 

9 de set. de 2011

Bruno Souto

Sempre quis fazer Jornalismo, pois sou um eterno apaixonado pela escrita. Sou deficiente físico devido ao nascimento prematuro e me locomovo por meio de muletas, jamais imaginei alcançar a graduação por esta condição.

Com o passar dos anos, o amadurecimento e a aceitação de minha condição física, decidi lutar pelo meu sonho de alcançar o nível superior em jornalismo e consegui bolsa integral pelo PROUNI. Não foi fácil, durante toda a minha vida escolar, sempre estudei perto de casa. Na faculdade foi diferente, a distância era maior e teria de enfrentar o temido transporte público.

Após seis meses de início do curso, consegui uma vaga de emprego na própria Universidade Cruzeiro do Sul, o meu primeiro registro em carteira. Realizava duas conquistas em um único momento. Estava muito feliz e realizado.

O curso estava cada vez melhor, superando minhas expectativas e, ao mesmo tempo, me ajudando a propor e superar novos desafios. A cada atividade, prática, principalmente, me via encurralado entre segurar muleta, câmera e microfone. Era desesperador!

Após o desafio da cobertura do Prêmio Vladimir Herzog de 2007 junto à imprensa nacional, tive a convicção de que estava na carreira certa. Apesar das dificuldades, consegui cumprir as pautas solicitadas pela Profa. Regina Tavares de Menezes, que tanto insistiu e incentivou que fizesse esta cobertura, percebi que até me dou bem nesse desafio-muleta, câmera e microfone.

Me formei em 2008, com muito orgulho, em Jornalismo pela Universidade Cruzeiro do Sul. Fiz o aclamado juramento na colação de grau e termino ainda este ano o Latu Sensu - Especialização em Língua Portuguesa pela mesma Universidade.

Hoje, trabalho na Comunicação Interna e Eventos da Telefônica – Segmento Empresas, com a gestão de conteúdos e posso garantir que o Jornalismo é a profissão certa que escolhi para a minha vida. Quando procuramos em nossa profissão o amor, a paixão por aquilo que fazemos acima até mesmo do dinheiro que possamos ter de retorno, encontramos o sucesso!

29 de mar. de 2011

Rubens Lisboa

Iniciei o curso de Jornalismo na Universidade Cruzeiro do Sul em 2005 e, logo no quarto semestre, tive a chance de participar do processo seletivo do jornal esportivo Lance!, que no ano seguinte me contratou como estagiário. Foi desta forma que consegui entrar bem na área, já que o trabalho de estagiário era igual ao de um repórter efetivo da empresa e eu tinha de sugerir pautas, entrevistar personalidades e cobrir eventos importantes.

Ao mesmo tempo, a frequência no curso era prejudicada devido ao horário de trabalho da redação (nem sempre as leis são cumpridas pelas empresas no jornalismo). O aprendizado em termos de ação no jornalismo na empresa era maior do que na universidade, onde você ainda não sabe bem o que vai encontrar no mercado e aprimora o lado técnico da profissão.

Saí da Cruzeiro do Sul em 2007 e fui para outra instituição de ensino, na época em que pude cobrir alguns dos maiores eventos esportivos realizados no Brasil e participei pela primeira vez de uma cobertura olímpica na redação. Após alguns problemas novamente em relação aos horários de trabalho e estudo, voltei para a Cruzeiro do Sul e deixei o Lance! em meados de 2009.

Logo fui contratado pelo Universo Online (UOL), do Grupo Folha de S. Paulo, onde aprendi a lidar com a pressão por tempo e precisão na internet e isso ajudou a elaborar o meu Trabalho de Curso (TC), o livro "Tênis F.C. – O tênis no país do futebol", em que aproveitei o contato com o esporte para o trabalho acadêmico no qual o principal era mostrar como uma modalidade tenta se desenvolver em um país onde é considerada cara enquanto o futebol é supervalorizado e recebe a maior parte dos investimentos públicos.

Atualmente ainda faço parte da equipe de esportes do UOL e acrescentei ao currículo a cobertura na redação da Copa do Mundo de 2010 e o acompanhamento in loco de eventos internacionais de tênis, modalidade pela qual sou o responsável na empresa.

O lado bom de trabalhar com esportes é o fato de poder explorar arte, moda, política economia e cotidiano em apenas uma editoria. A parte ruim ainda é o preconceito com o esporte, o ufanismo e a visão equivocada sobre o esporte no jornalismo que existe ainda por parte de muitos profissionais, além de outros que não conseguem separar razão e emoção.

15 de mar. de 2011

Amanda Gelumbauskas

Eu me formei em Jornalismo em 2009 na Universidade Cruzeiro do Sul, mas tenho contato com a profissão desde os 14 anos. Eu brincava de ser jornalista e, quando eu tinha 9 anos, ganhei minha primeira máquina fotográfica.

Quando eu tinha 14 anos, estava na rua fotografando e um jornalista começou a conversar comigo. O nome dele é Romeu Venâncio e ele fazia um jornal de pequeno porte no Ipiranga. O jornalista me chamou para trabalhar com ele e, aos poucos, eu fui conhecendo sua história. Ele era negro, muito magro e veterano da ditadura, por isso ele contava umas histórias meio malucas. Com ele fui conhecendo minhas fontes.

Já na faculdade, o professor Adriano sempre gostou muito do meu trabalho, então ele me indicou para trabalhar na De Brito Propaganda, no departamento de web jornalismo. Lá fiz diversos projetos, alimentando sites e atendendo clientes. Foi lá que conheci o Marcelo Braga, meu segundo padrinho na profissão. Com ele eu comecei a fazer o jornalismo esportivo, corridas, Fórmula 1,  que são minhas paixões desde pequena. Até hoje eu trabalho com o Marcelo.

Atualmente, estou na área de esporte, trabalho na Revista Imprensa. Voltei para a Revista Imprensa neste ano. Em 2008 entrei na Comunicabrasil, que considero ter sido meu trabalho mais marcante. Eu atendia 4 multinacionais, era uma loucura.

Quanto à faculdade, acredito que hoje a grade de aulas está muito melhor, mas é papel do aluno se envolver com a matéria. Já a estrutura da faculdade é nota 10, eu vejo na Universidade Cruzeiro do Sul uma evolução, tanto em estrutura, quanto em formação do corpo docente.

Lembro que a professora Flávia Serralvo sempre falava que eu tenho jeito de professora. Sempre fui bem nos seminários e agora estou buscando me encontrar na pós-graduação. Vou seguir a área de linguagem. Apesar de gostar de esporte e possuir um blog sobre moda, meu negócio é o texto. Já cheguei a dormir e sonhar com o texto. Até durmo com um caderninho do lado e, às vezes, acordo de madrugada, escrevo e só depois volto a dormir.

Hoje em dia eu tenho uma qualidade de vida que eu não tinha quando era estudante. Tenho liberdade financeira, possuo meu próprio apartamento e vou me casar. Toda essa experiência de hoje, eu só tenho porque muitas vezes eu tomava a iniciativa de fazer os trabalhos sem receber nada. Houve muitos trabalhos que eu fiz e, depois de algum tempo, me renderam muita coisa boa. Tem que meter as caras, né?

 
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