18 de mar. de 2011

Conheça mais sobre jornalismo gastronômico

Essa oficina é para você que estuda jornalismo, mas também gosta de gastronomia. No dia 25/3 (terça-feira), acontecerá a oficina “Jornalismo Gastronômico”, das 19h às 23h, nas Oficinas IMPRENSA. No curso, você irá descobrir o que deve ser levado em conta quando escrever sobre o assunto, as vantagens e desvantagens de cobrir o tema, além do panorama atual e das tendências desse mercado que conquista cada vez mais espaço em veículos segmentados. Mais informações podem ser obtidas no site das Oficinas IMPRENSA.


17 de mar. de 2011

Curso de design gráfico sem softwares para jornalistas

As Oficinas IMPRENSA (Av. Paulista 1.009, 21º andar, próximo ao metrô Trianon-Masp) oferecem nessa terça-feira (22/3) a oficina “Design Gráfico para Jornalistas”, das 19h às 23h, com o palestrante Élcio Sartori, professor na Faculdade Belas Artes. O curso aborda a importância do diálogo entre a arte e o texto para a criação de um produto visualmente agradável e adequado à linguagem atual. Durante a oficina não serão usados softwares de edição, pois o principal objetivo do curso é estimular o diálogo entre jornalistas e designers.

16 de mar. de 2011

Perueiros de São Paulo suspendem paralisação do serviço por 72 horas

A greve dos perueiros, que trabalham no transporte público da cidade, começaria nesta terça (15), mas após uma reunião entre perueiros e sindicalistas, a paralisação foi suspensa por 72 horas. A reivindicação é por um reajuste de 12% enquanto a prefeitura oferece a porcentagem de 4,38%. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes o reajuste respeita os índices previstos em contrato. A prefeitura informou ter conseguido uma liminar na Justiça que proíbe a greve sob pena de multa.

Fonte: www.folha.uol.com.br

Selo “Escola Solidária 2011” acaba de ser lançado

O Instituto Faça Parte e a Fundação SM Brasil realizaram o lançamento nacional do selo “Escola Solidária 2011”.  O evento ocorreu no dia 15 de março no Itaú Cultural, em São Paulo, reunindo professores, alunos e palestrantes. O objetivo do selo, criado em 2003, é prestar reconhecimento a escolas que valorizam e promovem o voluntariado entre seus alunos como maneira de compreender a sociedade e interagir positivamente em busca de um mundo melhor.

15 de mar. de 2011

Conjuntivite se espalha e faltam médicos na Zona Leste de SP

Comum nesta época do ano esta inflamação da conjuntiva ocular e o interior das pálpebras atinge seu ápice no carnaval.Porém, faltam médicos oftalmologistas para atender os casos. Pacientes estão sendo orientados a procurar atendimento privado ou a marcar consultas, alguns não são atendidos por falta de equipamento para os exames. A recomendação da Secretaria Estadual de Saúde é que as pessoas que desconfiem estar infectadas agendem consultas em postos de saúde da rede pública.

Fonte: www.jb.com.br

Amanda Gelumbauskas

Eu me formei em Jornalismo em 2009 na Universidade Cruzeiro do Sul, mas tenho contato com a profissão desde os 14 anos. Eu brincava de ser jornalista e, quando eu tinha 9 anos, ganhei minha primeira máquina fotográfica.

Quando eu tinha 14 anos, estava na rua fotografando e um jornalista começou a conversar comigo. O nome dele é Romeu Venâncio e ele fazia um jornal de pequeno porte no Ipiranga. O jornalista me chamou para trabalhar com ele e, aos poucos, eu fui conhecendo sua história. Ele era negro, muito magro e veterano da ditadura, por isso ele contava umas histórias meio malucas. Com ele fui conhecendo minhas fontes.

Já na faculdade, o professor Adriano sempre gostou muito do meu trabalho, então ele me indicou para trabalhar na De Brito Propaganda, no departamento de web jornalismo. Lá fiz diversos projetos, alimentando sites e atendendo clientes. Foi lá que conheci o Marcelo Braga, meu segundo padrinho na profissão. Com ele eu comecei a fazer o jornalismo esportivo, corridas, Fórmula 1,  que são minhas paixões desde pequena. Até hoje eu trabalho com o Marcelo.

Atualmente, estou na área de esporte, trabalho na Revista Imprensa. Voltei para a Revista Imprensa neste ano. Em 2008 entrei na Comunicabrasil, que considero ter sido meu trabalho mais marcante. Eu atendia 4 multinacionais, era uma loucura.

Quanto à faculdade, acredito que hoje a grade de aulas está muito melhor, mas é papel do aluno se envolver com a matéria. Já a estrutura da faculdade é nota 10, eu vejo na Universidade Cruzeiro do Sul uma evolução, tanto em estrutura, quanto em formação do corpo docente.

Lembro que a professora Flávia Serralvo sempre falava que eu tenho jeito de professora. Sempre fui bem nos seminários e agora estou buscando me encontrar na pós-graduação. Vou seguir a área de linguagem. Apesar de gostar de esporte e possuir um blog sobre moda, meu negócio é o texto. Já cheguei a dormir e sonhar com o texto. Até durmo com um caderninho do lado e, às vezes, acordo de madrugada, escrevo e só depois volto a dormir.

Hoje em dia eu tenho uma qualidade de vida que eu não tinha quando era estudante. Tenho liberdade financeira, possuo meu próprio apartamento e vou me casar. Toda essa experiência de hoje, eu só tenho porque muitas vezes eu tomava a iniciativa de fazer os trabalhos sem receber nada. Houve muitos trabalhos que eu fiz e, depois de algum tempo, me renderam muita coisa boa. Tem que meter as caras, né?

Curso de técnicas de telejornalismo para estudantes e iniciantes

As Oficinas IMPRENSA oferecem nesse sábado (19/3), das 9h às 18h, a oficina “Técnicas de apresentação em Telejornalismo”, que aborda na prática os conceitos principais para profissionais que se preparam para atuar como âncora de telejornal. Postura, voz, entonação, narração, textos e apresentação de telejornal são explicadas pelo palestrante Eduardo Marcondes (RP1 Comunicação, ex-âncora da Bandnews). As Oficinas Imprensa acontecem na Av. Paulista 1.009, 21º andar (Próximo ao metrô Trianon-Masp).

11 de mar. de 2011

Programa leva pesquisadores para estagiarem no exterior

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou no dia 10 de março, em Brasília, uma seleção de 124 pesquisadores para o programa de estágio pós-doutoral no exterior. Os escolhidos atuam em atividades de docência e pesquisa no Brasil. A iniciativa da Capes contribui para a inserção internacional de pesquisadores brasileiros, estabelecendo intercâmbio científico e pesquisas que contribuam para o desenvolvimento do país

Carnaval brasileiro é diversão para estrangeiros


Com a chegada do feriado mais esperado do ano, turistas arrumam as malas e correm para o Brasil

Por João Pontaltti

Car.na.val sm. 1. Os três dias que antecedem a quarta-feira de cinzas. 2. A festa popular que se realiza nesses dias.  Esta é a definição do dicionário brasileiro para o feriado mais esperado do ano.

No Brasil, o Carnaval é considerado a maior festa nacional e é um período esperado por muitos. Há diversos tipos de atividades em cada Estado brasileiro. Os desfiles das escolas de samba das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, o axé com trios elétricos do Carnaval da Bahia, os bonecos gigantes de Olinda em Pernambuco, entre muitos outros.

Nesta época, os aeroportos ficam cheios e os turistas começam a chegar de todos os continentes. Não que em seus países há falta de Carnaval, muito pelo contrário, a comemoração no exterior também é realizada, cada uma com sua crença.

”Na Itália existem algumas cidades onde há uma tradição de festejar o Carnaval com desfiles de carros alegóricos cobertos com papel machê, construção de alegorias ironizando políticos e famosos (Viareggio em Toscana, na Itália central, Putignano na região de Puglia, sul da Itália).

"Brasileiro esquece a miséria", diz G.
(Imagem Morguefile)
Em Veneza, no entanto, as pessoas celebravam nas ruas estreitas e na Piazza San Marco também, em grandes festas realizadas em edifícios antigos, vestidos com trajes elaborados”, diz o italiano Joseph G.

G. expõe a opinião sobre o Carnaval brasileiro e diz ter uma impressão de ser uma grande festa folclórica, com muitas danças, que envolve toda a população, especialmente as pessoas pobres, que, durante o período, “esquecem da miséria e tentam se divertir”.

Em entrevista para a AGÊNCIA HIPERTEXTO, a cubana Laura Rosa Marrero diz que “Em Cuba, todos falam e acham que o Carnaval do Brasil é o melhor Carnaval do mundo. Principalmente porque esses tipos de informações chegam através das novelas e dos filmes. Eu, particularmente, só conheço o Carnaval do Rio de Janeiro. Na verdade, não curto muito pular nos blocos das ruas, mas o clima de Carnaval eu adoro”.


1 de mar. de 2011

A valorização da experiência ganha espaço no futebol

Jogadores continuam em plena atividade esportiva com idade considerada avançada

Por Danilo Cardoso

Com a alta da valorização da experiência no ramo empresarial, nos campos de futebol não tem sido diferente. Atualmente, o atleta que possui uma “bagagem” na profissão devido à idade tem sido cada vez mais procurado. Dados apresentados na Revista Brasileira de Ciência e Movimento demonstram que 56% dos atletas acima de 35 anos mantêm algum vínculo ativo ao esporte, proporcionando uma nova visão e perspectiva ao atleta veterano.
Uma grande polêmica levantada nos últimos dias foi a contratação pelo São Paulo Futebol Clube do jogador Rivaldo, atual presidente do clube Mogi-Mirim. Devido a sua idade (38 anos), seria arriscado continuar a prática do futebol por ser um esporte de intensa atividade corporal.
“A valorização do atleta é fundamental para uma aposentadoria saudável e feliz”, afirma o jogador do time do Ajax São Luiz, Pedro Roseno de Siqueira, 54 anos, conhecido como “Pedrinho”.  Ele comenta que, para um bom desempenho e motivação para a prática do futebol ou de qualquer atividade esportiva, o mais importante é ter o apoio familiar.
A médica Juliana Valente, clínica geral do AMA (Assistência Médica Ambulatorial) do Jardim São Luiz, zona sul de São Paulo, fala que é muito bom que pessoas com faixa etária acima de 33 anos tenham práticas esportivas regulares, até mesmo o futebol, pelo fato de trabalhar a musculatura do quadril, abdômen, pernas e calcanhares, reduzindo drasticamente o risco de doenças vasculares, como, por exemplo, artrose e doenças cardíacas como o infarto e outras doenças hereditárias. Porém, sem moderação e acompanhamento profissional, mesmo que se esteja demonstrando uma ótima forma física, corre-se um risco real de vida, principalmente para os atletas com idade avançada.
Conforme explica o instrutor de musculação João Donizete Santos, ex-halterofilista, manter uma atividade fisiológica constante pode ser um dos fatores que permitem que atletas como Rivaldo ainda estejam e em plena atividade. Santos revela que hoje, diferentemente do que acontecia na época em que ele atuava como atleta, na década de 80, há uma valorização do ser humano e da sua experiência de atuação. “Há 25 anos, um atleta que possuía uma idade de 32 anos não poderia exercer uma atividade devido à condenação médica da época. Hoje em dia, vale a pena ser atleta”.

 
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