3 de abr. de 2013

Prefeitura do Rio decide interditar Engenhão


Na última semana, o prefeito do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, decidiu interditar o Estádio do Engenhão, a decisão foi tomada após uma reunião com representantes da empresa responsável pela segurança do estádio, que apresenta falhas na sua cobertura. Com isso o andamento do Campeonato carioca está comprometido já que boa parte dos jogos acontece no estádio.

Fontes: Uol, Terra e Globo Esporte

Saresp revela queda nas notas do ensino fundamental


O Sistema de Avaliação do rendimento escolar do Estado de São Paulo (Saresp) divulgou dados que comprovam o declínio nos anos finais do ensino fundamental da rede estadual. As notas se referem ao desempenho do 6º ao 9º ano nas disciplinas de português e matemática.

Fonte: Estadão

Taxa de desemprego em fevereiro é a menor em 10 anos


Apurada pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil - Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo -, taxa de desemprego fica em 5,6% em fevereiro. Na comparação a janeiro aumentou 1,9%, equivalente a 26 mil pessoas a mais que procuram emprego. Em fevereiro de 2012, a população ocupada cresceu 1,6%, 362 mil empregados.

Fonte: Estadão

Após 13 anos, indústria fonográfica registra crescimento


Adele, Psy, New Direction e Michel Teló foram apontados como os grandes responsáveis pelo crescimento na receita com venda de música pela imprensa internacional em 2012. As receitas totais de música subiram 0,3%. Desde 1999, a indústria vem registrando queda, causada pela concorrência com a pirataria. O relatório anual da IFPI também mostrou que as receitas com vendas digitais - não físicas, como o CD - cresceram 9% no ano passado e agora são responsáveis por 34% da receita total do mercado.

Fonte: BBC Brasil

Eleição de Marco Feliciano é marcada por protestos


A escolha de Feliciano para a comissão gerou revolta de grupos ligados a direitos dos negros e de homossexuais devido às suas declarações nas redes sociais sobre o tema
Por: Audrey Pujol
Apesar dos protestos, Feliciano diz que não vai renunciar.
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), pastor, eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara vem sendo contestado por grupos ligados a movimentos sociais. A sua posição na Comissão se notabilizou por afirmações apontadas como racistas e homofóbicas, o que ele nega.

Protestos por todo o país mostram a insatisfação da população pela eleição do deputado. Em São Paulo, carregando cartazes de repúdio ao pastor, milhares de pessoas fizeram uma caminhada da Avenida Consolação para a Praça Roosevelt. 

O advogado Ricardo de Oliveira afirmou que, por ser homossexual, já enfrenta muitos problemas em seu
Em São Paulo, milhares manifestam seu repudio a Feliciano.
ambiente de trabalho. Segundo ele, “Deixar o direito das minorias na mão de pessoas preconceituosas é revoltante. Queremos ser tratados como cidadãos de direito pelo Governo e, com ele na presidência, fica evidentemente impossível”.

Petições pela internet pedindo a destituição do deputado alcançaram números expressivos. Até mesmo a Rede Fale, que representa 39 igrejas evangélicas em todo o país, abriu uma petição online contra a eleição de Marco Feliciano. Para a estudante Mariana Silva, o envolvimento da religião com o governo acaba atrapalhando no andamento do país: “Pode prejudicar a gestão do governo pelos ideais preconceituosos do atual presidente da comissão. Essa fusão deveria ser cortada completamente da câmara por vivermos num país considerado laico.”

Já para o vendedor José dos Santos, o pastor apenas defende a imagem da família no governo, “Marco Feliciano me representa. Ele representa a família, os mandamentos de Deus e a boa índole. Ele está sendo muito corajoso em suportar todas essas manifestações de baderneiros.”

Marco Feliciano foi eleito presidente da CDHM em 6 de março. Todas as sessões, depois de assumir a posição, foram tumultuadas com bate-boca e protestos. Em meio à pressão contra o deputado na presidência, diversos boatos surgiram de que ele entregaria o cargo. Entretanto, Marco Feliciano disse que não vai renunciar.

2 de abr. de 2013

Clique da Semana

Foco de incêndio em favela na Zona Leste de São Paulo. Foto: Bruna Inocente

Não reclame daquilo que você pode mudar


Por: Carla Maia, 21 anos

Meu nome é Carla, tenho 21 anos e sou formada em Publicidade e Propaganda. A internet faz parte da minha vida quase que “25 horas” por dia. Sou Havy User de Redes Sociais. Uso tanto para diversão, quanto no trabalho, afinal atuo como Analista de Redes Sociais, cuidando da imagem de empresas nessas esferas.

Além disso, sou apaixonada por TV desde que eu me entendo por gente, em especial por Reality Shows de todos os tipos. Devido essa paixão, em 2011 criei um blog, o “Carla Ao Vivo”: http://carlaaovivo.blogspot.com.br/ e um dos focos do blog é falar de Realities, em especial o meu favorito, o Big Brother Brasil.

Nesse blog eu costumo comentar o que acontece na casa, relembrar edições passadas e falar um pouco sobre cada participante, sempre dando minha opinião sobre os fatos.

Acredito que assim como programas de humor, os Reality Shows sejam de certa forma, um entretenimento. Acho totalmente desnecessário o fato de pessoas usarem de um programa como o BBB para desmerecer quem o assiste, afirmando que essas pessoas deveriam estar lendo ou fazendo algo de produtivo. Eu pelo menos tenho o costume de ler, já li muitos livros e pretendo ler muitos outros, mas a vida não é feita só disso, também deve haver momentos de entretenimento. Todo ser humano precisa de um momento pra relaxar a mente fazer algo que simplesmente o divirta, e assim como eu faço com o BBB, cada pessoa tem o seu momento de diversão com algo que outras pessoas possam considerar “inútil”.

O Big Brother é muito mais do que um programa, ele fala de relações interpessoais, fala de como o ser humano pode agir em diferentes situações e diante de diversos problemas. Eu encaro o programa praticamente como um estudo antropológico e mesmo sem ter essa intenção ao assisti-lo, consigo aprender bastante.

Respeito quem não gosta do programa, mas gosto de dizer uma coisa: Não reclame daquilo que você pode mudar. Ninguém é obrigado a assistir determinado programa, a fazer alguma coisa, afinal vivemos numa democracia, e o controle-remoto já existe há muitos anos. Por que se importar tanto com algo que não tem a ver com você? Será que essas pessoas que tanto reclamam do BBB não veêm programas até piores, mas por não serem intitulados de “Reality Shows” elas vêem de outra forma? Será que essas pessoas de fato são engajadas socialmente como pregam que as pessoas deveriam ser?

Já que não se pode mudar a programação de uma TV aberta, mude você de canal. Hoje em dia temos uma diversidade incrível de canais e possibilidades à nossa disposição, somos nós que escolhemos. O mundo provavelmente será um lugar muito melhor quando cada pessoa tiver a consciência de que ninguém é melhor do que ninguém por gostar disso, não gostar daquilo, gostar desse ritmo musical ou não gostar daquele. A inteligência, a cultura e o conhecimento podem ser adquiridos de diversas formas e todas devem ser respeitadas.

No meu blog eu falo sobre um assunto que eu gosto, para muitas pessoas que gostam também e é isso o que importa. Enquanto “perdemos nosso tempo com isso”, outras pessoas perdem tempo falando mal disso tudo, e no final das contas, todos são iguais.

1 de abr. de 2013

Número de leitores no país cai 9,1%, segundo pesquisa


Em 2011, a queda chegou a 7,4 milhões de leitores, passando de 95,6 milhões para 88,2 milhões em todo o Brasil
Brasileiros perdem mais ainda o hábito
da leitura. Foto: Banco de Imagens
Segundo dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2012, realizada pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência, os brasileiros estão perdendo cada vez mais o hábito de ler, jornais, revistas, livros e textos na internet. Essas atividades estão sendo substituídas por filmes em DVD, televisão, vídeo game, reunião com amigos, pela internet e até mesmo por atividades do cotidiano. A pesquisa revela ainda que o número de leitores caiu 9,1% no país em quatro anos. 

Dados da pesquisa mostram ainda que 24% da população dizem ter o hábito de ler, enquanto 85% dizem
Brasileiros trocam livros por vídeo game
e televisão. Foto: Banco de Imagens
ver Televisão. Os dados mostram índices preocupantes em boa parte do país, na região Centro-oeste 53% da população tem o hábito da leitura, no Nordeste os números chegaram a 51%; na região Sudeste do país o hábito de ler está dentro da média com 50%. O Brasil registrou os piores índices nas regiões Norte e Sul com 47% e 43% respectivamente.

Perguntada sobre o resultado da pesquisa, a professora, Marina de Oliveira Barros, se disse assustada com o resultado da pesquisa, para ela “A cultura dos Brasileiros tem que mudar, é uma vergonha um país do tamanho do nosso apresentar índices tão baixos no número de leitores, as pessoas só pensam em ficar na frente da televisão e do computador, sem se importar com a leitura”, ela ainda conlui dizendo que “o governo brasileiro tem que incentivar a população a fazer o hábito da leitura”.

Fernanda Ricardo



Meu nome é Fernanda Ricardo, tenho 24 anos e nasci no interior de São Paulo na cidade de São José do Rio Preto. Quando eu tinha oito anos fiz uma gravação em vídeo, na qual eu apresentava um programa de TV fictício. Ele levava o nome do meu cachorro: “TV Simba”. Nele eu era a apresentadora, repórter e ainda fazia os comerciais dos intervalos. Acredito que foi a partir de então que me interessei pela área de comunicação.

Com 17 anos ganhei uma bolsa de 100% pelo Prouni para cursar Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade Cruzeiro do Sul. Ao mesmo tempo que, dei início a um estágio na área de Marketing da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), onde permaneci por 1 (um) ano. Quando meu contrato na CPTM se encerrou, iniciei outro estágio na área de promoção de vendas na empresa Royal Canin. Esta experiência me agregou muito conhecimento na área de Merchandising. Além de aprender na prática como convencer um cliente, pois minha função era apresentar e vender o produto (Alimentos para nutrição canina e felina) no PDV (Ponto de Venda). Após este estágio retornei ao setor público estagiando na área de Gestão de Clientes da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Neste momento estava cursando o 3° ano de Publicidade e Propaganda e me preparando para o meu Trabalho de Conclusão de Curso. Meu grupo e eu optamos por realizar uma Campanha Publicitária para a revista Playboy. Foi então que me apaixonei pela Editora Abril.

Quando me formei Publicitária decidi que ainda precisava aperfeiçoar minha escrita. Foi então que iniciei o curso em Jornalismo, no ano seguinte, na própria Universidade Cruzeiro do Sul. Aprendi muito e, aos poucos, fui percebendo que Publicidade e Jornalismo se completam. No último ano do curso, optei por fazer uma grande reportagem para a Revista Super Interessante, também da Editora Abril, com o tema: Consumo afetivo. O grande desafio desta vez foram as pesquisas por detrás da reportagem que englobavam um tema publicitário. Foi incrível ir em busca do tema, entrevistar profissionais da área, produzir as fotos para colher informações suficientes para redigir a matéria. No início do 4° ano de Jornalismo fui contratada para trabalhar em uma Agência de Marketing chamada Actwork, na qual me encontro no momento como Atendimento de Contas. Sou responsável por acompanhar as solicitações de clientes para os quais desenvolvemos ações de marketing como materiais de divulgação impressa e online. Minha rotina é intensa, mas adoro exercer minhas funções.  Sou muito feliz e me sinto muito bem trabalhando como Publicitária, de vez em quando me arrisco como Redatora na agência também.

O que almejo hoje é fazer uma pós-graduação em Semiótica, algo que sempre me fascinou na área da Comunicação.


5º Prêmio Pacheco Jordão: Uma grande chance para jovens jornalistas


Por: Vinicius Buzzetti

As inscrições já começaram e vão até 20 de Abril. Foto: Divulgação.
As inscrições para o 5º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão já estão abertas. Podem participar alunos do curso de jornalismo em grupos de até três membros supervisionados por um professor. Na primeira parte da seleção, os candidatos deverão apresentar um projeto de pauta indicando quais dos temas serão abordados e em que mídia será desenvolvida a matéria. Os temas propostos para 2013 são: a superação de profissionais negros em relação à discriminação no mercado de trabalho e o Bullying. As inscrições são feitas pelo site do instituto Vladimir Herzog: http://jovemjornalista.org.br/Premio_Jovem_Jornalista/inscricoes/

Fonte: Observatório da imprensa e Vladimirherzog.org

 
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