2 de abr. de 2013
Não reclame daquilo que você pode mudar
Por: Carla Maia, 21 anos
Meu nome é Carla, tenho 21 anos e sou formada em Publicidade e Propaganda. A internet faz parte da minha vida quase que “25 horas” por dia. Sou Havy User de Redes Sociais. Uso tanto para diversão, quanto no trabalho, afinal atuo como Analista de Redes Sociais, cuidando da imagem de empresas nessas esferas.
Além disso, sou apaixonada por TV desde que eu me entendo por gente, em especial por Reality Shows de todos os tipos. Devido essa paixão, em 2011 criei um blog, o “Carla Ao Vivo”: http://carlaaovivo.blogspot.com.br/ e um dos focos do blog é falar de Realities, em especial o meu favorito, o Big Brother Brasil.
Nesse blog eu costumo comentar o que acontece na casa, relembrar edições passadas e falar um pouco sobre cada participante, sempre dando minha opinião sobre os fatos.
Acredito que assim como programas de humor, os Reality Shows sejam de certa forma, um entretenimento. Acho totalmente desnecessário o fato de pessoas usarem de um programa como o BBB para desmerecer quem o assiste, afirmando que essas pessoas deveriam estar lendo ou fazendo algo de produtivo. Eu pelo menos tenho o costume de ler, já li muitos livros e pretendo ler muitos outros, mas a vida não é feita só disso, também deve haver momentos de entretenimento. Todo ser humano precisa de um momento pra relaxar a mente fazer algo que simplesmente o divirta, e assim como eu faço com o BBB, cada pessoa tem o seu momento de diversão com algo que outras pessoas possam considerar “inútil”.
O Big Brother é muito mais do que um programa, ele fala de relações interpessoais, fala de como o ser humano pode agir em diferentes situações e diante de diversos problemas. Eu encaro o programa praticamente como um estudo antropológico e mesmo sem ter essa intenção ao assisti-lo, consigo aprender bastante.
Respeito quem não gosta do programa, mas gosto de dizer uma coisa: Não reclame daquilo que você pode mudar. Ninguém é obrigado a assistir determinado programa, a fazer alguma coisa, afinal vivemos numa democracia, e o controle-remoto já existe há muitos anos. Por que se importar tanto com algo que não tem a ver com você? Será que essas pessoas que tanto reclamam do BBB não veêm programas até piores, mas por não serem intitulados de “Reality Shows” elas vêem de outra forma? Será que essas pessoas de fato são engajadas socialmente como pregam que as pessoas deveriam ser?
Já que não se pode mudar a programação de uma TV aberta, mude você de canal. Hoje em dia temos uma diversidade incrível de canais e possibilidades à nossa disposição, somos nós que escolhemos. O mundo provavelmente será um lugar muito melhor quando cada pessoa tiver a consciência de que ninguém é melhor do que ninguém por gostar disso, não gostar daquilo, gostar desse ritmo musical ou não gostar daquele. A inteligência, a cultura e o conhecimento podem ser adquiridos de diversas formas e todas devem ser respeitadas.
No meu blog eu falo sobre um assunto que eu gosto, para muitas pessoas que gostam também e é isso o que importa. Enquanto “perdemos nosso tempo com isso”, outras pessoas perdem tempo falando mal disso tudo, e no final das contas, todos são iguais.
Posted in: Hipertexto 2.01 de abr. de 2013
Número de leitores no país cai 9,1%, segundo pesquisa
Em 2011, a queda chegou a 7,4 milhões de leitores, passando de 95,6 milhões para 88,2 milhões em todo o Brasil
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| Brasileiros perdem mais ainda o hábito da leitura. Foto: Banco de Imagens |
Segundo dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2012, realizada pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência, os brasileiros estão perdendo cada vez mais o hábito de ler, jornais, revistas, livros e textos na internet. Essas atividades estão sendo substituídas por filmes em DVD, televisão, vídeo game, reunião com amigos, pela internet e até mesmo por atividades do cotidiano. A pesquisa revela ainda que o número de leitores caiu 9,1% no país em quatro anos.
Dados da pesquisa mostram ainda que 24% da população dizem ter o hábito de ler, enquanto 85% dizem
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| Brasileiros trocam livros por vídeo game e televisão. Foto: Banco de Imagens |
Perguntada sobre o resultado da pesquisa, a professora, Marina de Oliveira Barros, se disse assustada com o resultado da pesquisa, para ela “A cultura dos Brasileiros tem que mudar, é uma vergonha um país do tamanho do nosso apresentar índices tão baixos no número de leitores, as pessoas só pensam em ficar na frente da televisão e do computador, sem se importar com a leitura”, ela ainda conlui dizendo que “o governo brasileiro tem que incentivar a população a fazer o hábito da leitura”.
Posted in: EducaçãoFernanda Ricardo
Meu nome é Fernanda Ricardo,
tenho 24 anos e nasci no interior de São Paulo na cidade de São José do Rio
Preto. Quando eu tinha oito anos fiz uma gravação em vídeo, na qual eu
apresentava um programa de TV fictício. Ele levava o nome do meu cachorro: “TV
Simba”. Nele eu era a apresentadora, repórter e ainda fazia os comerciais dos
intervalos. Acredito que foi a partir de então que me interessei pela área de
comunicação.
Com 17 anos ganhei uma bolsa de
100% pelo Prouni para cursar Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade
Cruzeiro do Sul. Ao mesmo tempo que, dei início a um estágio na área de
Marketing da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), onde permaneci
por 1 (um) ano. Quando meu contrato na CPTM se encerrou, iniciei outro estágio
na área de promoção de vendas na empresa Royal Canin. Esta experiência me
agregou muito conhecimento na área de Merchandising. Além de aprender na
prática como convencer um cliente, pois minha função era apresentar e vender o
produto (Alimentos para nutrição canina e felina) no PDV (Ponto de Venda). Após
este estágio retornei ao setor público estagiando na área de Gestão de Clientes
da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Neste momento estava cursando o 3°
ano de Publicidade e Propaganda e me preparando para o meu Trabalho de
Conclusão de Curso. Meu grupo e eu optamos por realizar uma Campanha
Publicitária para a revista Playboy. Foi então que me apaixonei pela Editora
Abril.
Quando me formei Publicitária
decidi que ainda precisava aperfeiçoar minha escrita. Foi então que iniciei o
curso em Jornalismo, no ano seguinte, na própria Universidade Cruzeiro do Sul.
Aprendi muito e, aos poucos, fui percebendo que Publicidade e Jornalismo se
completam. No último ano do curso, optei por fazer uma grande reportagem para a
Revista Super Interessante, também da Editora Abril, com o tema: Consumo
afetivo. O grande desafio desta vez foram as pesquisas por detrás da reportagem
que englobavam um tema publicitário. Foi incrível ir em busca do tema, entrevistar
profissionais da área, produzir as fotos para colher informações suficientes
para redigir a matéria. No início do 4° ano de Jornalismo fui contratada para
trabalhar em uma Agência de Marketing chamada Actwork, na qual me encontro no
momento como Atendimento de Contas. Sou responsável por acompanhar as
solicitações de clientes para os quais desenvolvemos ações de marketing como
materiais de divulgação impressa e online. Minha rotina é intensa, mas adoro
exercer minhas funções. Sou muito feliz
e me sinto muito bem trabalhando como Publicitária, de vez em quando me arrisco
como Redatora na agência também.
O que almejo hoje é fazer uma
pós-graduação em Semiótica, algo que sempre me fascinou na área da Comunicação.
Posted in: Ex-aluno de sucesso5º Prêmio Pacheco Jordão: Uma grande chance para jovens jornalistas
Por: Vinicius Buzzetti
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| As inscrições já começaram e vão até 20 de Abril. Foto: Divulgação. |
Fonte: Observatório da imprensa e Vladimirherzog.org
Posted in: Imprensa em foco29 de mar. de 2013
Jornal “A Tarde” vira livro em comemoração a seu centenário
Por: Mayara Almeida
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| O livro da Solisluna Editora será vendido a R$99,00. Foto: Divulgação |
Fontes: A tarde e Veja São Paulo.
Posted in: Imprensa em focoStart-up é nova aposta do setor empresarial no Brasil
Modelo de negócios desperta o interesse de novos empresários e se consolida no mercado atual
Por: Cristian Drovas
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| 2 mil novas empresas foram criadas em 2011, três vezes mais que 2009. Foto: Banco de Imagens |
Baseadas em tecnologia, Startups são empresas novas que buscam desenvolver um modelo de negócios escalável e com capacidade de replicação.
O negócio das startups, embora apresente grandes riscos, atraem muitos empresários para o segmentocomo ressalta Daniel Sonna (24), diretor de Marketing da agência Sonna Creative.
“Startups possuem operacional limitado e não exigem altos valores de investimento, conseguindo evoluir apenas com uma equipe enxuta de marketing e desenvolvimento; resumindo, as startups exigem um baixo investimento para operação e possuem grande potencial de crescimento rápido.”
Um dos maiores desafios para Startups é atrair capital para tirar a ideia do papel. Os chamados
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| Edital foi lançado no Congresso Global de Empreendedorismo, Rio de Janeiro. Foto: Banco de Imagens |
“Não existe a fórmula para o sucesso de uma ideia, mas acredito que as pessoas pensam em grandes projetos complexos, e muitas vezes o sucesso está no óbvio, bem a nossa frente” afirma Sonna. “A estrutura para qualquer ideia de negócio é o planejamento (...), o empreendedor deve pesquisar e projetar, para definir o momento certo de atacar o mercado” finaliza.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp lançou no último dia do Congresso Global de Empreendedorismo o edital do programa “Start Up Brasil”, que escolherá cem empresas novas para apoiar durante um período de seis meses a um ano. No Brasil, já existem 10 mil negócios desse tipo, com previsão que esse número dobre em dois anos.
Posted in: EconomiaEstudo revela que TDAH pode se tornar um problema de saúde crônica
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| Foto: banco de imagens |
Fonte: Veja
Posted in: Saúde e Bem EstarPEC das domésticas foi aprovado pelo Senado
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| Foto: banco de imagens |
Posted in: PolíticaSoberano nos anos anteriores, vendas de iPad ficarão atrás de tablets Android em 2013
As vendas de iPad perderão espaço para a grande variedade de tablets com o sistema operacional Android, segundo previsão da consultoria IDC. A diversidade de aparelhos com telas menores e preços competitivos são fatores que atendem à demanda de mais consumidores. A pesquisa constatou que aparelhos com sistema Android, criado pelo Google, devem representar a participação no mercado de 49% em 2013. As vendas dos tablets iPad, desenvolvido pela Apple, terão queda de 51% para 46% nesse ano.
Posted in: Ciência e Tecnologia
15:00
Agência Hipertexto










